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Quando o Coração se Encontra romance Capítulo 79

“Veja, eu dei dez milhões para ela e ela aceitou. Esse dinheiro para nós não significa nada, mas para ela pode garantir uma vida tranquila e sem preocupações no futuro. Pense bem, além desse método, como mais ela aceitaria esse valor?”

Carolina apresentou seus argumentos de forma lógica e convincente, com uma expressão séria e sincera, demonstrando estar completamente preocupada com o bem-estar de Evelina, sem aparentar qualquer interesse próprio.

Marco fechou os olhos por um instante, ainda não havia respondido, quando ouviu Carolina continuar, com ainda mais sinceridade: “Esse é o melhor caminho, Marco.”

Uma mão suave pousou sobre o dorso da mão dele.

A mão tensa de Marco gradualmente relaxou.

“Pela última vez, Marco, vamos ajudá-la mais uma vez.”

A voz da mulher soou clara e firme.

Parecia uma tentativa de convencer, mas, na verdade, ela já estava decidida.

Marco fechou os olhos novamente e, após um longo silêncio, disse: “Está bem.”

Um brilho intenso surgiu nos olhos de Carolina.

Ela pensava que teria que insistir mais, mas não esperava que ele concordasse tão rápido.

Pelo visto, era apenas impressão dela; o sentimento de Marco por Evelina já devia ter acabado há tempos.

Afinal, em todos os aspectos, ela superava Evelina, e a escolha de Marco era mesmo a mais correta.

Naquele instante, Carolina sentiu-se completamente renovada, como se todas as suas energias tivessem sido desbloqueadas, sentindo-se confortável de dentro para fora.

Diferente da alegria dela, o rosto de Marco permaneceu impassível.

Ele retirou a mão das mãos de Carolina, pegou seus talheres e, com um tom indefinido, disse: “Vamos jantar.”

Carolina respondeu prontamente e serviu-lhe um pedaço de comida.

Enquanto isso, em outra casa.

Logo após terminarem o jantar, Evelina abriu os bolos.

Eram dois bolos pequenos, fáceis de comer.

Evelina sorriu levemente: “Então já valeu a pena ter vindo hoje. Prove o de morango também, é muito bom.”

Assim que terminou de falar, empurrou seu bolo para ele sem cerimônia.

Nivaldo observou aquele gesto generoso, olhou para o bolo do qual ela já havia provado, hesitou um instante, mas logo pegou a colher e experimentou.

O sabor doce parecia mesmo um pouco melhor que o do dele.

Evelina, ao ver que ele havia experimentado, piscou os cílios e, com os olhos mais brilhantes que estrelas, olhou fixamente para Nivaldo e perguntou: “Então agora posso provar o seu?”

Ela já estava de olho há algum tempo.

Nivaldo baixou o olhar, um sorriso surgindo nos olhos: “Pode.”

Evelina sorriu e puxou o bolinho dele para si, pegando uma colherada generosa logo em seguida.

Assim, os dois foram comendo os bolinhos, cada um experimentando do outro.

Sob a luz quente e suave do ambiente, sentaram-se lado a lado, com sorrisos leves e naturais no rosto, conversando vez ou outra.

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