Marco levava numa mão a maleta com o contrato e na outra a pequena mão de Valeria. Ela tinha as bochechas coradas mais do que o normal. Marco devia aceitar que também se encontrava um pouco tonto pelas bebidas que tinha tomado, mas mesmo assim teria que dirigir para levar Valeria para casa. Não seria capaz de mandá-la num táxi na sua condição.
Chegando ao quarto que Marco tinha reservado, Valeria sentiu uma estranha pontada no estômago. Por sua mente passou que o lugar era muito sugestivo, pelo que disse a Marco:
— Que tal se espero no corredor?
— Valeria, como acha que vou te deixar do lado de fora? Entre, te deixar fora é o mesmo que ter te deixado no bar. Além disso, acho que precisa de um café.
A moça, com pena ou sem ela, entrou no quarto e se sentou numa das poltronas que havia na salinha de estar. Marco se dirigiu ao quarto em busca do cofre, depois saiu e se dirigiu à zona do coffee-bar. Preparou dois cafés expressos e um deles entregou a Valeria. Ela começou a sentir o calor deste, mas não mencionou nada.
— Valeria, o que pensou do que te disse?
Valeria se sentiu nervosa diante do olhar daquele homem fixo nela.
— Eu... eu acho que poderíamos ir com você. Paloma precisa sair um pouco... — disse a moça caminhando em direção à janela.
O lugar era impressionante e de noite a iluminação resplandecia em seu maior esplendor. Marco a seguiu. Seria o álcool que o estava fazendo se desinibir, mas um monte de ideias cruzavam por sua mente com aquela moça que tinha na sua frente.
Marco respirou fundo e se parou ao lado dela. Tomou o último gole de café e pôs a xícara numa das mesinhas que estavam por ali.
— É uma vista impressionante! Não é?
— Sim! O lugar é impressionante! — disse a moça sem virar para vê-lo.
Ele começou a acariciar seu corpo seminu. Os olhos do cavalheiro mostravam desejo, os dela também. Seu corpo se contorcia ao sentir essas mãos enormes explorar seu corpo. Os lábios dele voltaram a se pousar nos dela, depois foram descendo aos poucos pelo seu corpo. Suas mãos pouco a pouco foram tirando as poucas peças que restavam à moça. Ela só se deixou levar. Era a primeira vez em muito tempo que alguém a tocava. Os beijos foram descendo e se pousaram naqueles pequenos, mas bem formados seios. Ela não pôde evitar soltar um gemido de prazer ao sentir como ele estava tocando e beijando aquela parte de seu corpo. Chegou o momento em que ela realmente precisava que ele a fizesse sua. Precisava que ele descobrisse aqueles segredos de seu corpo.
Pareceria como se Marco tivesse lido sua mente. Então devagar e suavemente começou a entrar nela, fazendo com que a moça se contorcesse em seus braços. Era uma nova sensação. Jamais tinha sentido essa sensação de calidez dentro dela. Seu corpo reagiu ao prazer que ele estava provocando e com um beijo apaixonado ele abafou aquele gemido que ela soltou ao chegar ao clímax daquela requintada sessão íntima. Ambos tinham se fundido no corpo um do outro. Não era preciso falar. O encontro tinha sido perfeito.
Aquele demônio e esse anjo se encontravam banhados em suor. Ele brincava com seu cabelo e percorria seu corpo com seus dedos finos. Ela ainda podia sentir como dentro de si despertavam várias emoções reprimidas.
— Valeria... eu... eu quero que...
— Shhh...! Por favor, pode continuar brincando com meu cabelo?
Marco a olhou nos olhos e sorriu. Por um momento pensou que a moça se sentiria culpada pelo que acabara de acontecer, mas só queria que brincasse com seu cabelo. Isso provocou que ela pouco a pouco fosse fechando os olhos para cair num sono profundo.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Prometo te amar. Só até ter que dizer adeus