Depois de algumas peças de dança aqui e algumas por aí, o feliz casal saiu daquela festa a caminho do que seria sua lua de mel, onde uma surpresa especialmente preparada por Aldo esperava sua agora esposa ante todos.
Entre aplausos, felicitações e bons desejos, o casal se despediu e saiu do lugar.
Enzo ficaria em casa com o avô Pietro, mas, em uma última mudança de planos, o menino pediu para ficar na casa dos Barzinni com Gio, já que havia muito para organizar, muito para planejar antes que Gio e Enzo se fossem para Solaria.
Pouco a pouco os convidados foram voltando à festa ou se foram retirando, como o caso de Teodore, Fátima e Ali, mesmo caso com Aurora e sua família.
— Matteo, velho ranzinza! Eu te via em alguma praia paradisíaca, me dá prazer que tenha podido vir. — Disse Teodore se aproximando do homem.
— Teodore, que milagre, homem! Acreditava que já havia esticado a pata, digo, somos contemporâneos... — Disse em resposta ante o primeiro.
— Não ainda não, sou mais jovem que você. Olhe, te apresento minha esposa e filho...
Matteo piscou algumas vezes, olhou atônito para a mulher que levava do braço e ao jovem que lhe estendia a mão.
— Ah, mas olhe que extraordinária surpresa! Se casou! — Disse Matteo se levantando de seu assento. — Olhe só este garoto, é uma cópia sua!
— Sim! Não posso negar nada do que disse, já não nos perca de vista... Sei que hoje veio ao casamento destes garotos, mas, este homem precisa de seus dois velhos.
— Desde quando aqui tão complacente, meu querido Teodore?
— Desde quando tenho uma família e sei o importante que é tê-los perto? Sabe bem que em nosso mundo formar uma família é algo difícil e raro, por isso não desperdice o que tem aqui. — Disse Teodore em um tom apaziguador.
Depois daquela pequena conversa, Teodore foi ver Pietro, se despediram do casal e saíram do lugar.
No caso de Pietro e Celeste, o casal foi por suas meninas e consideraram que era momento de se retirar. Sua futura esposa não tirava os olhos do homem que acabava de lhe propor casamento com uma preciosa joia que em sua vida havia visto.
— Que bom que gostaram! Me alegra muitíssimo! — Disse Celeste sinceramente.
Celeste vinha de um povoado longínquo e sim, é correto, havia visto vários casamentos, mas nenhum deste estilo. Um onde se jogava a casa pela janela e a casa de Magnus tinha muitas janelas, assim que entendia perfeitamente a impressão de Aria e Daniela.
— Bem, minhas queridas mulherzinhas, é hora de ir para casa, minhas princesas, estou seguro de que não despertam até amanhã. A babá que Magnus contratou disse que não tinha muito que haviam ido dormir, já que despertaram e estiveram brincando e balbuciando.
— Estas meninas vão falar muito rápido! — Disse Aria vendo suas duas pequenas.
— Imagine o que vão dizer quando o fizerem, estas meninas deixarão o pai louco. — Disse Daniela cobrindo as pequenas.
— Já o deixam louco! — Disse Celeste com uma risadinha cúmplice.
Pietro conduzia para casa, olhava pelo espelho e sorria. Sua mente divagava no tempo que ele lembrava, ver seu carro cheio de mulheres de diferentes idades lhe dava um estranho ar de tranquilidade.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Prometo te amar. Só até ter que dizer adeus