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Prometo te amar. Só até ter que dizer adeus romance Capítulo 7

Massimo chegou a uma das casas de Franco Amato, Alessia se encontrava preocupada com seu rosto, por isso o levou rapidamente ao quarto onde ficariam, exigiu da servidão que cuidasse de seus ferimentos, ligou para o médico para que viesse examiná-lo.

Franco por sua parte, se despedia de seu amigo, agradecendo infinitamente que o ajudasse nesse pequeno problema. Depois daí foi para seu escritório, quase não ia àquele lugar, por isso a vigilância não era excessiva e com a pressa não havia avisado que chegaria àquela casa. De repente o telefone dele tocou, tirou seu celular e viu um número desconhecido, esteve tentado a não atender, mas algo lhe disse que o fizesse.

— Quem fala?

— Franco Amato, com certeza sabe quem sou! — Disse uma voz rouca e forte.

— Marco Barzinni...

— Estou fora de sua casa, devemos conversar!

Franco sentiu um arrepio percorrer seu corpo, ele se sentia intocável quando tinha um séquito de seguranças o cobrindo, mas desta vez viajou sozinho com um e este não estava perto, havia ido fazer uma "encomenda", não deveria demorar, mas enquanto isso estava desprotegido.

— Senhor Barzinni, acho que o que conversamos ficou claro, seu poder se termina com a ordem de meu amigo.

— Sabe bem que não falo desse assunto! Se venho à sua casa é por algo mais.

— Maldito! não sabe no que se meta, garoto insolente!

— Já lhe disse! Estou lá fora e se não sair, isso vai ficar pior! Por acaso quer que seus amigos da corte saibam quem você é?

Amato não teve opção e abriu o portão elétrico da casa, Marco entrou com seu carro, não o desligou, tirou algo que havia guardado no porta-luvas e se dirigiu para dentro da mansão, Franco já o esperava nas escadas.

Marco era mais alto que Franco, pelo menos uma cabeça havia de diferença.

— Adiante, senhor Barzinni, o senhor primeiro!

— Não! O senhor é o dono desta casa! O senhor é quem deve me mostrar por onde ir! — Disse Marco enquanto com sua mão agarrava fortemente a nuca do homem.

Franco tentou manter a calma, ele se sentia o diabo personificado, mas sem escolta, era um ser diminuto ao lado de Marco, quem se via estava disposto a tudo contanto que fizesse pagar o feito no passado. Embora Franco bem soubesse que Marco não poderia ter provas contra ele, o que poderia ter um pedaço de carne vivente como ele? Pensou.

Finalmente chegaram ao escritório, Franco se sentou e tentando manter a calma, engoliu em seco e começou a falar.

— Me diga, senhor Barzinni, em que posso ajudá-lo?

— Venho da casa de Pietro, ao que parece sua neta gosta de andar bisbilhotando casas alheias, revisarei tudo e se faltar algo lhe enviarei uma fatura pelo que faltar.

— Me perdoe, Marco! Minha neta é uma mimada e caprichosa garota! mas não é uma ladra!

— Isso o senhor sabe, eu não! Além disso se atreveu a ameaçar a dona daquela casa! Sabia?

— Não! Como pode acreditar nisso? Sou um homem honrado e respeito cada pessoa! Não comungo com essas atitudes, perdoe-a, está com os hormônios à flor da pele pela gravidez.

Enquanto dirigia, a dor era insuportável, mas seria um desastre se alguém mais soubesse do ocorrido, hesitando um pouco ligou para Teodore.

— Onde está?

— Sigo a senhorita Priego, vai rumo ao aeroporto.

— Deixe-a ir! Venha e me ajude, estou metido em problemas e você, não pôde nem me defender, onde está essa maldita segurança que segundo você me proporciona?

— Senhor...! Onde está?

— Vou para o hospital central de Porto Vento! Preciso do meu amigo Sposti! Ligue para ele e diga que vou para lá!

— Sim, senhor! Te vejo lá!

Teodore ligou um número e ia a caminho do hospital, Marco sem saber acabara de salvar a vida da mulher de seu amigo. Luceria havia identificado o carro, era um carro de aplicativo, conseguiram a rota e Federico foi alcançá-la, precisamente ele ia chegando quando Teodore estava se retirando, por isso conseguiu ver como Guadalupe passava ao lado daquele que tinha toda a intenção de acabar com ela.

Federico a pegou pelo braço e em sua bolsa jogou dois maços de dinheiro, dizendo-lhe:

— Ande! Vá embora e nunca volte a este país! Entre no aeroporto e suba no primeiro avião que puder! Meu chefe não pode protegê-la no momento, mas com certeza a procuraremos mais tarde.

Guadalupe só pôde ver a silhueta daquele homem, este a estava levando à entrada, Federico sabia que, se Teodore estava ali, com certeza mais pessoas poderiam rondar pelo lugar.

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