— Massimo, por favor, não tire minha filha de mim! Por favor!
Massimo acordou de repente de seu breve descanso e foi direto tomar a mão de sua esposa para acordá-la, aparentemente tinha um pesadelo.
— Guadalupe, acorde! Calma, acorde, está tudo bem! — Disse enquanto tentava movê-la suavemente.
Ela abriu os olhos e o olhou com receio, não se deu conta que estava falando dormindo, uma lágrima saía do canto de seu olho.
— O que você faz aqui? Não fui clara? Não quero que cuide de mim! VÁ EMBORA! — Gritou Guadalupe.
— Você estava tendo um pesadelo e te acordei. Mas se tanto te incomoda minha presença, me retiro.
— FAÇA ISSO! NÃO QUERO TE VER! VÁ EMBORA! VÁ PARA O INFERNO! ISSO E MAIS VOCÊ MERECE! — Gritava Guadalupe com desespero.
Massimo ao ver o estado de alteração de sua esposa, preferiu sair do quarto, os gritos alertaram a enfermeira que estava de passagem então entrou no quarto para ver o que acontecia. Ela entrou no mesmo momento que Massimo saía.
— Senhor, por acaso não conhece o estado de sua esposa? Por que a altera dessa maneira? Os gritos podem ser ouvidos pelo corredor.
Massimo se limitou a sair ao corredor e se encontrou com o Médico chefe que estava atendendo ao chamado da enfermeira.
— O que aconteceu?
— Não sei, doutor, estava passando pelo corredor e ouvi gritos então entrei, a senhora está muito alterada.
— Coloque um sedativo no soro, caso contrário, ela pode machucar a si mesma.
— Sim doutor.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Prometo te amar. Só até ter que dizer adeus