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Presidente Rocha, a Sra. Rocha saiu para mais um encontro romance Capítulo 612

O progresso foi tão rápido que Natália foi pega de surpresa pela sua pergunta.

- Tocar o quê?

Embora Natália tenha perguntado isso, seu corpo foi honesto. Assim que a pergunta saiu, sua mão já estava se levantando reflexivamente.

Douglas não esperou por um movimento de Natália, se aproximou por conta própria. Ele baixou a cabeça, seus lábios tocaram a testa da mulher e, então, lentamente, desceram, o toque quente e suave em sua pele, leve e gentil.

A temperatura do ar-condicionado estava um pouco alta, de modo que, mesmo sem se cobrir com um cobertor, não sentiriam frio.

Douglas beijou seus lábios, a mulher era suave e quente, a respiração dela roçando seu rosto trazia um calor úmido seguido de um ligeiro frescor. Essa sensação tão real o fez apertar os braços involuntariamente.

Táli era dele, depois de ter uma paixão secreta por onze anos, Táli finalmente lhe pertencia completamente.

No futuro, as pessoas a chamariam de Sra. Rocha, a esposa do presidente, mas independente do título, ele estaria intimamente ligado ao seu nome.

Pensando nisso, Douglas involuntariamente apertou seus braços um pouco mais, um turbilhão de emoções fervilhando em seu coração, fora de controle, fazendo ele cada vez mais apaixonado. O que começou como beijos gentis e meticulosos se transformou em desejo, com um ímpeto arrebatador.

Eles moravam no segundo andar, logo abaixo havia um mercado noturno. Mesmo com as janelas fechadas, não podiam isolar o ambiente barulhento e animado lá fora, escutavam pessoas cantando, conversando, bebendo...

Douglas sempre teve os sentidos aguçados, não suportava barulho, mas naquele momento, ele não se incomodava nem um pouco, até gostava da agitação de estar em um país estrangeiro.

- Táli.

A mulher em seus braços era tão suave e quente, tão quente que ele não queria soltá-la por um segundo.

O homem beijava o delicado pescoço dela, o proeminente osso da clavícula.

Natália acabara de se arrumar, vários aromas se misturavam no ar, preenchendo as narinas de Douglas.

- Táli. - Ele chamou seu nome com uma voz rouca, olhar intoxicado, brilhando suavemente. - Quando você terminar a competição, vamos nos casar, tá bom?

Seus narizes se tocaram, respirações pesadas se misturando.

Natália não disse nada, um silêncio profundo ao redor de seus ouvidos, e o coração, que batia forte momentos antes, agora se acalmava lentamente.

Douglas e ela estavam bem juntos, quando ele falava, Natália podia sentir claramente a vibração suave do peito dele.

- Douglas, eu preciso te dizer uma coisa...

Era um silêncio total ao redor.

O homem chamado levantou a cabeça, a luz iluminando seu corpo e projetando uma sombra no rosto de Natália, que não sorria nem demonstrava timidez, apenas o observava calmamente.

O coração de Douglas de repente se apertou, e ele disse com a voz rouca:

- Você já aceitou meu pedido de casamento, não pode se arrepender agora...

Ele apertou os dentes, as veias na testa e no pescoço ficaram salientes, claramente contendo algo.

Natália empurrou seus ombros, tentando se sentar, mas ele a abraçou ainda mais forte, como se tivesse medo de que ela fugisse.

Incapaz de se libertar, ela desistiu de tentar, sem querer desperdiçar energia. Então, ela levantou o rosto e deu um beijo suave nos lábios de Douglas:

- Tudo bem, vamos cuidar do casamento quando voltarmos, sem arrependimentos. O que eu queria dizer é...

"O que eu queria dizer é que estou no meu período menstrual, ficar deitada assim por muito tempo me deixa insegura."

Ao ouvir que iriam cuidar do casamento ao voltar, Douglas ficou extremamente feliz, e antes que Natália pudesse terminar, ele a beijou novamente:

- Onde estão as coisas que você comprou?

Capítulo 612 Vamos nos casar 1

Capítulo 612 Vamos nos casar 2

Capítulo 612 Vamos nos casar 3

Seu olhar caiu sobre as nádegas parcialmente cobertas pela camisa do homem, então para o lado...

Ela comentou para si mesma: “Os recursos são bastante impressionantes.”

Por um raro momento, Natália se sentiu um pouco envergonhada sob o olhar significativo de Douglas e desviou o olhar:

- Podemos guardar para usar depois.

Douglas estava de pé ao lado da cama. Ele era alto e tinha pernas longas, fazendo com que Natália se sentisse constrangida até mesmo de olhar para ele, uma visão repleta de sensualidade.

Ele sorriu, se inclinou para olhar nos olhos de Natália, se apoiando no colchão com a mão, com uma voz baixa e magnética:

- Na verdade, não precisamos esperar até a próxima vez.

Natália expressou surpresa:

- Estou menstruada, você não seria tão insensível, seria?

- Podemos mudar de lugar. - Ele se aproximou e deu um beijo na ponta do nariz dela. - Ou...

Quando ele disse aquela palavra, seu olhar estava firmemente fixo nos lábios dela.

Douglas se ajoelhou na cama com um joelho, segurando sua cintura, beijando seus ombros lisos e acariciando sua cintura delicada.

Com suas carícias, Natália foi levada por ele, tremendo...

Ela finalmente entendeu o que significa dar um tiro no próprio pé.

Cansada após um dia exaustivo, ainda mais propensa ao cansaço e ao sono devido ao seu estado, enquanto Douglas lutava para controlar seu desejo, ela adormeceu sem cerimônias...

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