Carolina sentou-se no pátio por mais um tempo antes de se levantar e caminhar para a entrada.
Bem na hora, viu Mateus ajudando Helena a sair.
Helena o empurrou de leve.
— Eu tô bem, não sou uma criança de um ano!
Mateus respondeu:
— Apoiar é mais seguro. Agora você é mais preciosa que uma criança de um ano.
Helena ia retrucar, mas seus olhos brilharam ao ver Carolina.
— Carolina.
Carolina sorriu:
— Por que saiu?
Helena disse:
— Vi que tinha sol e saí pra tomar um pouco de ar. Ficar deitada na cama cansa. Queria andar, mas esse homem insiste em me segurar, me fazendo parecer um bebê aprendendo a andar.
Mateus olhou para Carolina.
— Diz aí, Carolina, ela não tem que ser amparada agora?
Carolina riu:
— Helena está perfeitamente normal, não precisa de tanto cuidado. O chão não escorrega, deixa ela andar sozinha. Só fica de olho.
Mateus hesitou:
— ...Sério?
Helena rebateu:
— Claro que sim! Se você não acredita na Carolina, vai acreditar em quem? Solta, me deixa andar um pouco sozinha.
Mateus finalmente soltou. Helena colocou uma mão na cintura e a outra na barriga de grávida, caminhando até Carolina.
— Carolina, você estava ocupada até agora?
Carolina assentiu:
— Sim.
Helena sentiu pena.
— Deve estar exausta. Ainda não comeu, né?
Carolina respondeu:
— Ainda não.
Helena virou a cabeça para Mateus.
— Vai buscar a comida que guardei pra Carolina. Deixa ela comer no quiosque, lá fora tá quentinho agora.
O Ano Novo já havia passado, e o ar frio da Cidade de Pão estava se dissipando lentamente. Embora a temperatura ainda estivesse baixa, já não estava tão frio quanto antes.
Nos últimos anos, o inverno na Cidade de Pão estava ficando cada vez mais ameno.
Mateus assentiu. Vendo que Helena realmente estava bem sozinha, virou-se e entrou em casa para pegar a comida de Carolina.
Helena olhou para Carolina.
— Carolina, vai descansar no quiosque, eu vou dar uma volta.
Carolina assentiu e foi sentar-se sob o quiosque.
Mateus havia arrumado o pequeno pátio onde Helena repousava de forma muito acolhedora. Além de cavar um lago e criar carpas gorduchas, plantou várias flores adequadas para gestantes.
O quiosque ficava bem em cima do lago, permitindo alimentar as carpas com facilidade.
De qualquer direção, dava para ver as carpas nadando de um lado para o outro. Era muito relaxante.
O impressionante era que, em pleno inverno, havia flores de lótus em botão no lago. Obviamente eram cultivadas em estufa e compradas a preços altos, precisando ser trocadas a cada dois ou três dias.
Mateus amava Helena de verdade, não poupando dinheiro nem atenção aos detalhes.
— Carolina, a cirurgia do paciente correu bem? — Helena perguntou.
Carolina lavou as mãos, sentou-se e pegou um lenço de papel para secá-las.
— Correu.
Helena perguntou novamente:
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...