Bruno suspirou mentalmente. Só de ver a preocupação da cunhada com a mãe de Raulino, o cara devia ser grato a ela.
No futuro, se ele descobrisse o relacionamento dela com Carlos e ainda ousasse fazer algum mal à cunhada, seria muita falta de consideração!
— Vai lá fazer as suas coisas. Eu vou entrar pra medir o pulso da Velha Senhora — disse Carolina, virando-se e entrando no quarto.
A Velha Senhora ficou muito feliz ao vê-la.
— A Dra. Silva chegou! Sente-se aqui.
No dia anterior, quando Carolina foi examiná-la, ela usava o crachá de outra médica do hospital, uma garota que tinha o sobrenome Xu. Por isso, a Velha Senhora a chamava de Dra. Silva.
Carolina se aproximou sorrindo, e a Velha Senhora disse a Raulino:
— Essa Dra. Silva é muito gentil e muito competente. O Dr. Castro disse que ela é a melhor médica do hospital, alguém que as pessoas comuns não conseguem nem consultar.
— E foi a Dra. Silva que pegou o meu caso por vontade própria. Nós precisamos lembrar dessa bondade. No futuro, quando você for alguém na vida, não deixe de agradecer muito à Dra. Silva...
Raulino assentiu, olhando para Carolina e dizendo:
— Obrigado por tratar a minha mãe. No futuro com certeza vou retribuir o favor.
Bruno franziu a testa levemente enquanto olhava para Raulino. Esperava que essa frase ficasse gravada na mente e nos ossos dele, e que ele não esquecesse!
Bruno pegou o celular e foi para um canto ligar para Carlos.
A ligação foi primeiro para a delegacia, e alguém levou o telefone até Carlos para que ele atendesse.
Bruno contou sobre a briga de Raulino e depois disse:
— Isso calhou de acontecer bem na frente da cunhada. Ela levou ele pro quarto e tratou do ferimento. Enquanto conversavam, o Raulino não parava de falar em bater e matar, sem o menor respeito pela lei. A cunhada ficou chateada e quer passar ele pro velho Sr. Prado.
Carlos franziu a testa:
— ...
Bruno emendou:
— A cunhada também perguntou se, depois de amanhã, no quinto dia do Ano Novo, dia de despedir o deus da riqueza, você vai conseguir voltar pra casa?
Carlos respondeu:
— Vou.
...
No dia seguinte, quarto dia do ano.
O escândalo de Carlos e a Família Erman continuava a crescer.
Aqueles estrangeiros que tinham preconceito com o Brasil aproveitaram a oportunidade para espalhar desinformação na internet.
Eles pararam de atacar só Carlos e começaram a atacar os brasileiros de modo geral.
Foi mais absurdo do que a vez em que alguns do outro lado do oceano disseram que "a Capital não tem geladeira", reduzindo o Brasil e os brasileiros a pó.
Muita gente dizendo que os brasileiros não eram bondosos, que eram sanguinários, belicosos e monstros.
Obviamente, os brasileiros e quem tinha um pingo de afinidade com o país não aturaram isso, e começaram a contra-atacar furiosamente na rede.
As duas partes brigavam sem parar.
À tarde, logo após o almoço, um policial de plantão entrou de repente na sala para procurar Carlos.
Ele segurava um celular.
— Sr. Belo, telefone pro senhor.
Carlos perguntou:
— De quem?
O policial de plantão respondeu:
— Do Sr. Macedo.
Carlos atendeu. Do outro lado da linha, veio uma voz estranha, porém familiar.
— Olá, Sr. Belo. Aqui é o Bruno Macedo.
Carlos apertou os lábios. No mesmo instante sacou que eram eles.
O fato de conseguirem ligar para aquele ramal não o surpreendeu.
O homem na linha falou:
O invasor respondeu:
— Sim, já escolhemos.
Carlos perguntou:
— Quem é?
O invasor falou:
— Eu perguntei primeiro. Me responde primeiro, e logo em seguida eu te conto.
Carlos ficou em silêncio por alguns segundos.
— Porque eu queria ver quem mais saltaria como palhaço à minha volta. Se não acontecesse nada comigo, eles não apareceriam. Mas com o meu tropeço, eles pularam todos juntos. Assim eu pego todos de uma vez.
— Eu também queria que todas as forças que seguem vocês vissem isso. Eles são apenas peças no tabuleiro. Peças que podem ser descartadas a qualquer momento.
O invasor ficou paralisado por alguns segundos.
— O fato da Família Erman afundar é culpa sua. O que a gente tem a ver com isso?
Carlos retrucou:
— Se eles tiveram coragem de fazer essa aposta comigo, significa que estavam confiantes na vitória. Quem deu essa confiança a eles?
O invasor franziu a testa, ficou em silêncio de novo por um instante e disse com a voz fria:
— Você tá tentando causar discórdia!
Carlos:
— Uma grande represa desaba por um formigueiro.
O invasor:
— Venenoso.
Carlos:
— Na guerra, toda estratégia é válida. Pronto, agora é a sua vez. Quem vem negociar comigo dessa vez?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...