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Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos! romance Capítulo 4316

Arthur sentiu um leve alívio, mas voltou a gritar irritado:

— Eu não mandei vocês vasculharem tudo antes de eu chegar?! Como é que tinha franco-atiradores de outros na área?!

O subordinado franziu a testa:

— Nós também não sabemos o que aconteceu direito.

Arthur questionou:

— Eram homens da chefia ou do Carlos Belo?

O subordinado:

— Nós também não sabemos.

Arthur trincou os dentes:

— Inúteis! Inúteis! Todos vocês são inúteis!

O subordinado abaixou a cabeça: "..."

Com a expressão fechada, Arthur declarou:

— Não importa de quem seja, isso tem o dedo do Carlos Belo. Cedo ou tarde, acabo com ele!

— Assim que ele entregar as coisas, eu mato ele pra descontar a minha raiva!

O subordinado: "..."

Do outro lado da cidade, quando Carlos chegou em casa, Carolina já tinha colocado as crianças para dormir.

Na noite anterior, eles ficaram acordados até tarde para o Ano Novo. Hoje, no primeiro dia do ano, também agitaram o dia inteiro, então as crianças estavam cansadas e capotaram cedo.

Carolina já tinha se arrumado e estava deitada na cama mexendo no celular.

Ao ouvir barulho no andar de baixo, ela desceu da cama na hora e saiu do quarto.

Ao ver Carlos, ficou surpresa e perguntou baixinho enquanto descia a escada:

— Já voltou?

Carlos estava no hall trocando os sapatos e sorriu enquanto entrava:

— Achou que eu ia dormir fora?

Carolina:

— Achei que você só voltaria de madrugada. Já resolveu tudo?

Carlos concordou com a cabeça:

— Uhum.

Carolina perguntou:

— Foi tudo bem?

Carlos:

— Foi. As crianças já estão dormindo?

Carolina disse:

— Já estão dormindo faz um tempinho. Você tá com fome? Quer que eu prepare um lanche pra você?

Carlos balançou a cabeça:

— Não tô com fome, eu já tinha jantado antes de sair.

Carolina:

— Então vai tomar um banho. Vamos dormir cedo hoje, amanhã o pai e a mãe chegam e eu quero ir no aeroporto buscar eles.

Carlos assentiu, pegou Carolina no colo de repente e começou a subir a escada.

Carolina soltou um grito abafado, cobriu a boca na mesma hora e perguntou sussurrando:

— O que você tá fazendo?

Carlos sorriu:

— Te levando pro quarto.

Carolina:

— Eu sei andar. Se as crianças verem, vai pegar mal.

Carlos respondeu:

— Mas eu quero te carregar.

Carolina deu um sorriso de lábios cerrados, abraçou o pescoço dele e virou a cabeça para trás; viu que as portas dos quartos das crianças estavam todas fechadas e, furtivamente, deu um beijo no rosto de Carlos.

Carlos deu uma risada, e Carolina, com o rosto vermelho, deu um beliscão nele.

— O que você fez? — perguntou Carolina.

Carlos disse:

— Fiz panquecas de batata, que você adora, e também deixei cozinhando um mingau medicinal pra você.

Carolina ficou curiosa:

— Mingau medicinal?

Carlos respondeu:

— Pedi pra Fausta receitar, fica tranquila que é seguro.

Carolina ficou ainda mais intrigada:

— Quando você pediu isso pra Fausta? E eu não fiquei sabendo?

Carlos disse:

— Claro que foi no nosso tempo de pai e filha. A Fausta viu na hora que você tava abatida. Você trabalhou demais ultimamente, precisa recuperar as energias.

Carolina suspirou:

— A Fausta é tão atenciosa.

Carlos completou:

— E você realmente devia tomar mais cuidado com a sua saúde. Não dá pra ficar cobrando que os outros se cuidem e esquecer de si mesma.

Carolina deitou o rosto nas costas dele e assentiu:

— Ultimamente ando muito preocupada com o Ricardo e com a Helena.

Carlos disse:

— O Ricardo já melhorou, não precisa mais se preocupar. E a Helena não está bem?

Carolina franziu um pouco as sobrancelhas:

— Eu sinto que não tô sossegada.

A última panqueca ficou pronta. Carlos desligou o fogo e virou-se para Carolina:

— Por que você não tá sossegada?

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