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Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos! romance Capítulo 4311

Laín e Miro não sabiam o que dizer e ficaram em silêncio.

Carlos continuou abrindo a massa, com o tom de voz calmo e habitual.

— O sinal deve estar ruim, não precisa se preocupar com ele. Dá pra ver como o Ledo está só de olhar pra Rosa. Se o Ledo estivesse em perigo, a Rosa já teria surtado.

Carolina olhou para a Rosa tomando sol na janela e assentiu.

— É verdade. Embora a Rosa tenha chegado depois, ela é muito apegada ao Ledo. Se houvesse algum problema com ele, ela com certeza ficaria agitada.

Carlos concordou.

— Por isso você não precisa se preocupar. Curta o Ano Novo em paz.

Carolina suspirou.

— Ainda é um pouco triste. É Ano Novo e não podemos estar todos juntos. Só falta ele na nossa família.

Carlos disse:

— Quando ele voltar, eu converso com ele. Ele não pode mais sumir no Ano Novo, vai ter que ficar com você.

Carolina balançou a cabeça imediatamente.

— Não precisa exigir isso da criança. Embora eu queira a família reunida, não posso amarrar meus filhos a mim pra sempre.

— As crianças cresceram, têm que focar nas coisas delas. A casa é um lugar para relaxar, não podem prejudicar a própria vida só para estarem aqui no Ano Novo. Não vale a pena.

— Em família, o principal é relaxar. A gente se reúne quando todo mundo tem tempo, não dá pra forçar.

Carlos sorriu.

— Você é a dona da casa, o que você diz é lei. Todos nós seguimos suas ordens. Não fique triste, quando o Ano Novo passar, nossa família de sete pessoas vai se reunir direito.

Carolina sorriu enquanto fechava os bolinhos e comentou:

— Será que o Ledo e o vovô Gedeão têm bolinhos pra comer?

Ela ainda achava que o Ledo estava com o tio-avô.

Laín, Lucas e Miro sabiam da verdade e olharam inquietos para Carlos.

Carlos não se abalou e respondeu com naturalidade:

— Tendo ou não, quando ele voltar a gente compensa e faz pra ele.

Carolina assentiu.

— Isso. Vou fazer bastante hoje e guardar no congelador pro Ledo. São bolinhos de Ano Novo, afinal.

Fausta disse:

— Eu também quero fazer uns pro irmão Ledo. Ele gosta de bombas, vou fazer um bolinho em formato de granada.

Carolina riu.

— Você sabe fazer formato de granada?

Fausta concordou.

— Sei fazer em formato de doce. Vou fazer uma granada de doce pro irmão Ledo.

Lucas emendou:

— Então eu vou fazer um combo de armas pro irmão Ledo. Desejo que a mente dele voe longe e invente armas cada vez mais avançadas.

Fausta concordou com a cabeça repetidas vezes.

— O irmão Laín, o irmão Miro e o papai também vão fazer alguns pro irmão Ledo. Quando ele voltar, a gente cozinha tudo pra ele comer.

Laín e Miro concordaram:

— Uhum!

A família toda ajudou a preparar os bolinhos e o jantar num clima de muita alegria e risadas.

O tempo passou voando.

— Escolha um lugar.

Arthur não se surpreendeu. Deu o endereço e disse:

— Estarei aqui esperando o Sr. Belo. Não me deixe esperando.

Carlos franziu a testa e desligou na cara dele.

Do outro lado da linha, desta vez Arthur não ficou bravo, pelo contrário, ficou muito feliz.

Ele se recostou na cadeira giratória de couro, cruzou as pernas, brincando com o celular.

— Adoro ver ele me odiando e sem poder fazer nada!

Seu homem de confiança hesitou:

— Chefe, aqui é o território do Carlos. Não seria mais seguro marcar com ele em outra cidade?

Arthur respondeu:

— Fica frio. O filho dele está nas nossas mãos. Mesmo que ele tivesse a coragem de dez homens, não ousaria me tocar. A menos que não queira mais o garoto.

O subordinado comentou:

— Ele com certeza o quer. Dizem que ele é um bom pai, ama muito essas crianças.

Arthur cerrou os olhos.

— Quanto mais ele amar o garoto, melhor pra nós.

O homem assentiu e perguntou de novo:

— E se ele não quiser colaborar?

Arthur foi categórico:

— Isso é impossível. Se ele não concordar esta noite, é porque quer negociar termos. Em dois dias, ele acaba cedendo.

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