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Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos! romance Capítulo 4306

Uma vez exposto, o risco de ser morto para queimar arquivos é imenso.

Arthur franziu a testa intensamente.

— O Ledo é o nosso trunfo. Enquanto ele estiver em nossas mãos, o Carlos vai ter que ceder! Se ele quiser bancar o durão comigo, então eu arrasto o filho dele pro buraco junto! Na pior das hipóteses, vamos todos juntos pro inferno!

— Mesmo que eu morra, não vou sozinho!

...

Na ilha.

Carlos olhava para o mar infinito com as sobrancelhas levemente franzidas e um olhar gélido.

Ele sabia por que Arthur estava tão arrogante; certamente por causa de Ledo.

Queriam usar Ledo para ameaçá-lo.

Usar o filho de Carlos Belo como moeda de troca? Eles realmente estavam cansados de viver!

Principalmente Arthur, que já tinha sido descartado como peão. Se fracassasse na missão, a morte seria certa.

Em vez de tentar se dar bem com ele e puxar saco para garantir vantagens ou uma chance de sobrevivência, o idiota vinha estragar o seu humor. Um burro!

— Carlos. — A voz de Carolina surgiu de repente atrás dele.

Carlos retraiu instantaneamente toda a aura assassina e se tornou inteiramente gentil.

Ele guardou o celular, virou-se e foi em direção à cama: — Já acordou?

Carolina sentou-se na cama e bocejou: — Por que você acordou tão cedo? Que horas são?

Carlos respondeu: — Ainda é cedo, passa das cinco.

Carolina perguntou: — Por que madrugou? Perdeu o sono?

Carlos sorriu, balançando a cabeça, sentou ao lado dela e a puxou para um abraço.

— Quer dormir mais um pouco?

A cabeça de Carolina encostou no ombro dele:

— Não, eu também tenho que levantar. Eu, a Helena, a Tânia e a Dinara combinamos de ver o nascer do sol hoje.

Carlos perguntou: — Só vocês quatro?

Carolina sorriu: — Sim, coisa de meninas. Nada de maridos ou filhos.

Antes que Carlos pudesse resmungar, Carolina já continuou:

— É mais porque o Ivo não tá aqui. Se ele estivesse, não teríamos feito um encontro só de meninas, todo mundo ia ver o nascer do sol junto.

Carlos assentiu, demonstrando compreender.

Carolina disse:

— Se você quiser ver o nascer do sol, chama o Mateus e o Bruno. Ontem a Helena tava falando que, depois de casar e ter filho, não importa se é homem ou mulher, conseguir juntar os amigos ou amigas só pra curtir a companhia e ver o sol nascer já é uma felicidade enorme.

— Muita gente fica tão sobrecarregada com a família que nem tem tempo de se encontrar com as amizades.

— Nós somos muito sortudas.

Carlos sorriu, cheio de mimo: — Acho que a barra de vocês pra felicidade tá bem baixa.

Carolina sorriu e lhe deu um beijo:

— Obrigada, amor. O que você vai fazer depois?

Carlos: — Vou levar o Laín, o Lucas e os outros pra mergulhar. Ouvi do mordomo que apareceram uns golfinhos feridos por aqui nos últimos dias, vou dar uma olhada na situação.

Carolina perguntou preocupada: — É grave? Quer que eu ajude?

Carlos: — Não precisa. A ilha tem veterinários o tempo todo, eles vão cuidar deles.

Carolina olhou para Carlos, com os olhos brilhando de admiração.

Carlos estreitou os olhos: — Por que tá me olhando assim?

Carolina: — Amor, como você é lindo!

Carlos: — Hã?

Carolina declarou: — Legal, de bom coração e ainda por cima rico. Cada dia que passa, fico mais apaixonada por você.

Carlos riu e afagou o cabelo dela: — Bobinha.

Carolina perguntou de novo: — Tem certeza que não precisa de ajuda?

Carlos assentiu:

— Tenho. Os veterinários daqui são especialistas, salvam dezenas de animais marinhos todo ano, têm muita experiência. Fica tranquila.

— Hoje você não precisa se preocupar com nada, nem com as crianças. As babás estão cuidando deles. Hoje você é uma rainha, faça o que tiver vontade.

Carolina abriu um largo sorriso e confirmou: — Tá!

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