— Já entendi, tô indo pra aí agora.
Ele desligou o celular e foi até Hélder e Carlos:
— O pessoal da empresa tá me esperando pra uma reunião. Não vou poder ficar com vocês, a gente se encontra outro dia.
Hélder disse:
— Eu entendo, todo mundo fica ocupado no final do ano. Vai logo.
Sérgio disse:
— Tá bem corrido. Se o Ricardo não precisasse da minha ajuda, eu não teria conseguido sair de lá. Vou indo nessa.
Sérgio se despediu de todos e foi embora.
Hélder comentou admirado:
— O Sr. Alves mima mesmo o neto dele, né? Arruma tempo pra ele não importa o quanto esteja ocupado.
Renato disse:
— A família Alves também mima muito a Fausta.
Hélder:
— Pois é, isso que é amor verdadeiro. Aprendam com eles no futuro. Não pode só falar que ama, tem que agir e ser sincero.
Renato e a Sra. Henrique assentiram.
Valdeci também assentiu:
— ...
Ele estava parado um pouco mais longe, olhando para Ricardo, e pela primeira vez sentiu inveja.
Inveja de que ele pudesse fazer tanto alarde para entregar um presente para a Querida.
Inveja de que ele pudesse pedir abertamente um abraço da Querida.
Inveja de que ele pudesse demonstrar o seu amor de forma tão clara, e inveja dele viver em uma família tão boa.
Sem nenhum exagero, de todas as famílias ricas e tradicionais que conhecia, a família Alves tinha o melhor clima familiar!
Depois que o grupo apreciou o coral vermelho por um tempo, Carolina foi até o lado de Carlos e perguntou em voz baixa:
— Onde a gente vai colocar um negócio desse tamanho?
Carlos pensou um pouco:
— Pergunta pra Querida. É dela, ela que decide.
Carolina perguntou à Querida, e ela respondeu:
— Eu gostei muito. Quero colocar no meu laboratório.
Carlos não fez objeção e na mesma hora chamou o pessoal para levar a peça para o laboratório da Querida.
À medida que as crianças cresciam, o espaço de pesquisa que precisavam ficava cada vez maior.
Carlos havia construído um anexo isolado no quintal, onde não morava ninguém e nem recebia visitas, exclusivamente para as crianças fazerem pesquisas.
A Querida tinha um andar inteiro só para ela, totalmente equipado com os aparelhos mais avançados.
Só depois que o coral vermelho foi posicionado, o grupo voltou à sala para conversar.
Kátia disse à Sra. Henrique:
— Desculpa mesmo tomar o tempo de vocês. Nós não sabíamos que vocês viriam antes de chegarmos. Se soubéssemos, teríamos vindo mais tarde.
A Sra. Henrique disse de imediato:
— Que nada. Se vocês não tivessem vindo, nós planejavamos passar na casa da família Alves. Acabou que nos encontramos aqui, então nem vamos precisar ir. Não é à toa que todos dizem que o clima da família Alves é bom. Dessa vez eu vi com meus próprios olhos. Que inveja.
Kátia sorriu:
— É só porque a família Alves é pequena. Diferente da família Henrique, que tem muita gente e muitos negócios. É difícil de administrar.
Hélder disse:
— A quantidade de pessoas é uma coisa, a gestão é outra. A família Alves ainda é mais bem gerida.
Valdeci assentiu:
— Tá bom.
A Querida escreveu uma receita, pegou alguns ingredientes da Medicina Tradicional e preparou a medicação de Geraldo.
Ricardo parecia um chiclete. Se a Querida dava um passo, ele andava junto, o tempo todo colado nela.
Ele também estava muito disposto a pegar as coisas pra Querida. Aonde ela apontava, ele corria todo felizinho pra pegar.
Aonde a Querida apontava, ele ia.
Fazia tudo o que a Querida mandava.
De tempos em tempos, ele também perguntava:
— Você tá com sede?
— Você tá com fome?
— Você tá cansada?
O garotinho era como um filhotinho de cachorro; dócil e fofo na frente da Querida, sendo manso e adorável. Mas, quando virava a cabeça para olhá-lo, mostrava o seu lado mais feroz e ficava na defensiva.
Como se achasse que qualquer um pudesse roubar a Querida de perto dele a qualquer momento!
A Querida também o elogiava. Fazia cafuné para mostrar aprovação e, quando falava com ele, até o seu tom de voz ficava mais doce e infantil sem que percebesse.
Valdeci os observava. Ora achava o Ricardo um cara de pau, ora o achava prestativo, ora pensava que o amor dele pela Querida estava encravado nos ossos...
Na frente dos dois, Valdeci ficou meio sem jeito, não sabendo o que fazer.
A Querida não mandaria ele fazer nada, e não tinha nada para ele fazer ali.
Ele só ficou em silêncio ali do lado, olhando a interação dos dois. Não conseguiu dizer nada além de sentir inveja em seu coração.
Havia algumas coisas que não se podia conquistar só na base da inveja.
Neste mundo, só o Ricardo conseguia ser tão grudado e 'abusado' assim na frente da Querida.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...