— Pode dizer pra eles virem.
Ao desligar, ele olhou para Carolina em seus braços.
Carolina já estava acordada, mas ainda sem abrir os olhos e perguntou com uma voz preguiçosa:
— Quem tá vindo?
Carlos respondeu: — O Renato Henrique e os outros. Disseram que vão viajar hoje à noite, então vieram se despedir antes de ir.
Carolina abriu os olhos: — Tão rápido assim?
Carlos disse: — Já que o Ano Novo tá aí, a família Henrique tem muitas questões que precisam resolver, não dá tempo de ficarem na Cidade de Pão.
Carolina sentou-se na cama num pulo: — Que horas eles chegam?
Carlos respondeu: — Eles devem sair do hospital agora. Vão chegar em, no mínimo, uma hora.
Carolina perguntou: — E o Geraldo? Ele já acordou?
Carlos: — Não mencionaram, mas não deve ter nenhum problema, fica tranquila.
Carolina assentiu com a cabeça: — Vou levantar. Deixa eu lavar o rosto e me preparar.
Carolina desceu da cama, e Carlos puxou-a de volta para os seus braços, beijando-a de forma intensa antes de sussurrar:
— Ter uma mulher é a melhor coisa do mundo.
O rosto de Carolina ficou tão vermelho de beijos: — Para com isso, vai logo vestir uma roupa.
Carlos soltou um "hum" e foi ao closet vestir as roupas. Em seguida, foi até a porta do banheiro e disse para Carolina, que estava lavando o rosto:
— Termina de lavar. Vou lá dar uma olhada na Querida e no Ricardo.
Com o rosto todo ensaboado, Carolina disse: — Pode ir.
Carlos andou até a porta do quarto e a abriu.
Um garotinho apareceu de repente e acabou o assustando.
Carlos se espantou. Abaixou a cabeça para olhar para Ricardo. Ricardo levantou a cabeça e o olhou de volta.
Os dois se encararam por alguns segundos e Carlos perguntou: — Que foi?
Ricardo disse: — Tô procurando a mãe Carolina.
Como Carlos estava de bom humor agora, ele estreitou os olhos e disse:
— O dia inteiro você só fica correndo atrás da minha filha ou da minha mulher. O que quer dessa vez?
Ricardo, com a cabeça erguida, respondeu:
— A minha irmã ainda não acordou. Fiquei um pouco preocupado e queria que a mãe Carolina fosse dar uma olhada.
Carlos respondeu: — Ela ficou muito cansada esses dias. É normal dormir por mais tempo.
Ricardo franziu as sobrancelhas: — Mesmo assim, vai dar uma olhada.
Carlos disse: — Tá, vamos. Eu vou ver.
Carlos começou a andar pra fora do quarto e o garotinho correu atrás dele com as perninhas rápidas.
Ao chegarem à porta do quarto de Querida, os dois abaixaram os passos imediatamente.
Carlos abriu a porta bem devagar e entrou no quarto.
A cortina de Querida estava fechada, com apenas uma frestinha, deixando o ambiente bem escuro.
Os dois se aproximaram da cama, onde Querida ainda dormia pesadamente.
Ricardo tentou falar alguma coisa, mas Carlos fez um sinal para que ele ficasse quieto.
Ele quis ajeitar as cobertas da Querida, mas viu que já estavam bem presas.
Carlos estreitou os olhos e olhou para Ricardo. Não precisava nem pensar, era obra daquele menininho ali.
— Não liga pro seu pai e as besteiras que ele fala. Ele não manda em nada nessa casa. Quem manda na casa é a mãe Carolina. Se for pra mandar alguém ir embora, eu mando o seu pai ir. Jamais jogaria você pra fora de casa, não chora.
O pequeno olhou para Carolina com os olhinhos chorosos e vermelhos.
— Então, é possível que eu não possa ver a minha irmã pra sempre?
Carolina balançou a cabeça: — Claro que não! Com certeza não! Eu te prometo que esse dia nunca vai chegar! Enquanto a irmã estiver em casa, você pode vir quando quiser.
Só então o menino se contentou, e, abraçando Carolina pelo pescoço, disse:
— Eu amo a mãe Carolina.
Carolina bateu de leve nas costinhas do garoto consolando-o.
— A mãe Carolina também ama o Ricardo. Não precisa ficar triste.
O menino mudava de humor rápido demais, e a tristeza ia embora numa velocidade surpreendente, e logo abria o seu sorrisinho.
Ele logo deu um sorriso largo:
— Mãe Carolina, quanto tempo mais a minha irmã vai ficar dormindo?
Carolina disse: — Não muito. Daqui a mais ou menos meia horinha.
Logo as famílias Henrique iam chegar para se despedirem. A Querida com certeza ia precisar levantar.
O pequeno concordou com a cabeça.
— Entendi! Mãe Carolina, volta para o que tava fazendo que eu vou lá arrumar uma surpresa pra minha irmã.
Antes que Carolina conseguisse perguntar qual seria a surpresa, ele deu as costas e foi embora correndo.
Carolina se levantou e, de forma gentil, olhou para as costinhas do garotinho desaparecendo, e aí...
Ela virou a cabeça e fuzilou Carlos com o olhar!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...