Ele teve que abrir mão da curiosidade e seguir em frente passo a passo.
Ledo não sabia por quanto tempo andou até finalmente sair daquele corredor estreito e entrar num espaço amplo.
Dessa vez, ele finalmente viu gente, e não eram poucos. Eles estavam em fila, a alguns metros de distância um do outro, de costas pra Ledo, em posição de defesa.
Embora não desse pra ver a expressão deles, dava pra sentir que estavam bem tensos.
Ledo se escondeu num canto, observando secretamente.
Cano voltou pro Ledo na mesma hora, pulando no ombro dele e botando a língua pra fora: — ... O Daniel tá lá dentro.
Ledo olhou para uma série de entradas em formato de arco à frente e perguntou baixinho:
— O que tem lá dentro?
Cano botou a língua pra fora: — ... É como uma sala de cultivo, tem um monte de insetos venenosos lá.
Ledo estreitou os olhos.
— Devem ser insetos usados em magia. Esse é o lugar onde eles os criam. O que o Daniel veio fazer aqui?
Cano indicou que ele olhasse para o sangue no chão e disse botando a língua pra fora: — ... Agora pouco, o Daniel brigou com eles e machucou três. Os três cuspiram sangue. Depois de bater neles, o Daniel entrou na sala de cultivo, e os outros tão de guarda aqui fora, morrendo de medo, sem coragem de entrar.
Ledo perguntou: — O que ele foi fazer lá dentro?
Cano balançou a cabeça: — ... Também não sei. Fiquei com medo de que, se me aproximasse demais, os insetos lá dentro reagissem e chamassem a atenção dos Marques, então não entrei.
Rosa botou a língua pra fora: — ... Eu vou lá ver.
Ledo não impediu, e Rosa saltou do ombro dele, deslizando pelo canto em direção à porta em arco.
Assim que Rosa saiu, um grupo de pessoas apareceu correndo do corredor esquerdo. O líder era um homem de meia-idade, baixo, magro, com um olhar calculista e astuto.
Assim que ele se aproximou, os seguranças cumprimentaram em uníssono: — Olá, Dono!
O Dono Marques perguntou: — Ele entrou?
O chefe da segurança respondeu:
— Entrou, e machucou três dos nossos. Acho que ele tá de mau humor hoje, pegou pesado.
O Dono Marques franziu a testa e continuou andando.
O braço direito dele o alertou baixinho:
— Ele tá de mau humor hoje. Se o senhor entrar assim, com certeza vai irritá-lo. Não quer perguntar o que aconteceu primeiro?
O Dono Marques ficou em silêncio por alguns segundos, assentiu, e gritou do lado de fora:
— Velho Sr. Marques, fiquei sabendo que o senhor voltou. Posso entrar?
Ninguém respondeu: — ...
O Dono Marques franziu a testa. Daniel não dizia se podia ou não podia, então eles não ousavam entrar pra verificar.
Ledo observava a movimentação do Dono Marques. Antes que o Dono Marques dissesse qualquer coisa, de repente ouviu-se um barulho novo vindo de trás dele.
Ledo franziu a testa e desviou com agilidade!
Um grito ecoou: — Tem invasor!
Em um piscar de olhos, a atenção de todos se voltou para onde Ledo estava. Vendo que não dava pra se esconder, Ledo decidiu aparecer de vez.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....
Que língua é essa?...
quando vão liberar mais capitulos...
coloca os proximos capitulo...
Essa forma de pagamento é que dificulta yha 🤦♀️...
Acabou o livro?...
Não me diga que esse livro acaba aquiiii...
Gente cadê as atualizações? Já faz dez dias sem nada!...
Realmente da vontade de parar de ler, são dias sem atualização. Além da história estar empacada....
Genteeee o que aconteceu com as atualizações? Estamos sem atualização há dias. Muito desrespeito com o leitor...