Carlos obedeceu dessa vez, deitando-se de lado na cama e vomitando na lixeira.
Carolina o apoiava com uma mão, enquanto com a outra, separada pelo cobertor, batia levemente em suas costas.
No entanto, por mais que tentassem, Carlos só conseguiu expelir um pouco de líquido amarelado.
O conteúdo do estômago já havia sido esvaziado no banheiro anteriormente, o que ocorria agora era uma tentativa de vômito seco, forçando a saída de algo, que acabou sendo bile.
Carolina franziu a testa, preocupada. Expelir bile era um sinal de grande desconforto.
Sua voz adquiriu um tom mais suave, quase instintivamente, "Se não consegue vomitar mais nada, é melhor não forçar. Enxágue a boca."
Ela pegou o chá na mesa de cabeceira e disse a ele para enxaguar a boca.
Carlos, sem forças para segurar o copo, bebeu auxiliado por ela, enxaguou a boca e deitou-se novamente.
Carolina pegou um lenço de papel para limpar o canto da boca dele.
Desta vez, ele não tentou afastar a mão dela...
Depois de trocar o saco de lixo e jogá-lo na lixeira do banheiro, Carolina voltou e viu que Carlos ainda parecia muito desconfortável, fazendo-a franzir a testa novamente.
Ela queria ignorá-lo, mas ele tinha uma semelhança impressionante com Laín, Ledo e Miro!
Inconscientemente, ela começou a projetar a imagem de seus filhos nele.
Sabendo que era Carlos quem estava sofrendo com a ressaca, e não seus filhos, ver seu desconforto a fazia sentir como se fosse um de seus próprios filhos passando por aquilo!
Hesitando e hesitando novamente, Carolina pegou o iogurte na mesa de cabeceira e
"Não estou fazendo isso porque quero te alimentar, mas porque quero alimentar meus filhos. Agora você é a criança e eu sou a mãe!"
Ela tentava convencer a si mesma, pegando uma colherada de iogurte e levando até a boca de Carlos,
"Coma!"
Carlos teve vontade de brigar, mas Carolina, antecipando-se, desviou ágil e tentou novamente, "Coma!"
Carlos não quer comer, e Carolina diz: "Se você não comer, vai levar uma surra!
Ela só sentia que seu comportamento era estranho, transmitindo uma sensação de fragilidade e desamparo, como um pequeno ser teimoso, mas vulnerável!
Mas como ele poderia ser um ser vulnerável? Ele era, de fato, um cão feroz!
Será que a ameaça o havia assustado?
Isso não deveria ser possível, ele era mais feroz que qualquer um!
Carolina só podia concluir que ele havia se tornado mais medroso e frágil após beber.
Ela jamais imaginaria que, ao tratar e Carlos como seu filho, ele a trataria como sua mãe!
Ao ver que o cão maligno se transformou em um pequenino patético, a voz de Carolina inconscientemente se suavizou um pouco.
"Vamos, coma. O iogurte pode não ajudar a curar a ressaca, mas vai fazer seu estômago se sentir melhor. Você vai se sentir menos desconfortável depois."
Ela olhou para Carlos, e ele olhou de volta para ela.
Quando viu que ele obedientemente abriu a boca, Carolina ficou surpresa.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....
Que língua é essa?...
quando vão liberar mais capitulos...
coloca os proximos capitulo...
Essa forma de pagamento é que dificulta yha 🤦♀️...
Acabou o livro?...
Não me diga que esse livro acaba aquiiii...
Gente cadê as atualizações? Já faz dez dias sem nada!...
Realmente da vontade de parar de ler, são dias sem atualização. Além da história estar empacada....
Genteeee o que aconteceu com as atualizações? Estamos sem atualização há dias. Muito desrespeito com o leitor...