Mateus, esse desgraçado, realmente não tem vergonha na cara!
Carlos guardou o celular, leu mais um pouco das notícias sobre Cidade de Karl, desligou o computador e foi ao banheiro.
Escovou os dentes, lavou o rosto, tomou banho e trocou de pijama limpo, garantindo que não restasse nenhum cheiro de cigarro em si.
Ao sair do escritório, não foi direto para o quarto.
Primeiro, foi ver as crianças.
O quarto de Querida ficava mais próximo ao quarto deles; ao abrir a porta, era como entrar em um mundo cor-de-rosa de sonhos.
Papel de parede rosa, bonecas rosas, lençóis e cobertores cor-de-rosa, e uma menininha igualmente rosada.
Querida vestia um pijama rosa de coelhinho com morangos, abraçava seu coelhinho de pelúcia e dormia profundamente.
Carlos caminhou até ela em silêncio, olhou para a filha caçula tão doce e sorriu com ternura.
Sentou-se ao lado da cama e, com suavidade, afastou o cabelo do rosto dela, colocando-o atrás da orelha.
Aquela era a filha de Carlos, sua pequena princesa de outra vida, seu tesouro nesta existência!
Ele não sabia direito como expressar o amor que sentia pela menina; era, de fato, um amor imenso.
Antes de conhecer Querida, ele nem imaginava que uma menina poderia ser tão encantadora!
Olhando para ela, lembrou-se daquela frase:
Quando se ama ao extremo, tudo se faz com o maior cuidado.
Dava medo de segurá-la e deixá-la cair, ou de mimá-la demais e vê-la se perder.
Carlos se inclinou e beijou a testa da filha.
"Por toda a sua vida, o papai vai te proteger! Você só precisa ser feliz e crescer saudável, o resto deixa com o papai!"
Ao lado do quarto de Querida ficava o de Lucas.
Lucas também dormia profundamente, com as duas mãozinhas erguidas acima da cabeça, numa pose de rendição.
Carlos sorriu, com o olhar cheio de carinho paternal.
Lucas não era seu filho biológico, mas para ele, Lucas não era diferente de Laín ou LedoMiro.
Quem ousasse tocar em Lucas, ele enfrentaria sem hesitar!
O rostinho amassado contra o lençol, com uma marca de baba ao lado da boca.
Carlos balançou a cabeça, sorrindo com resignação, e foi até a cama.
Dos cinco, Ledo era o mais travesso!
Mas, apesar disso, era um menino bondoso, honesto e muito patriota!
Cano dormia ao lado de Ledo; ao ouvir o barulho, logo acordou, levantou a cabecinha e olhou para Carlos com os olhos semicerrados.
Carlos fez um gesto de silêncio para ele.
Cano mostrou a língua para Carlos.
Carlos não sabia o que Cano queria dizer e também não conseguia se comunicar com ele.
Aproximou-se da cama e pegou Ledo no colo. Ledo bocejou e acordou.
"Quem está mexendo no chefão aqui?"
Carlos apertou os lábios. "Sou seu pai!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....
Que língua é essa?...
quando vão liberar mais capitulos...
coloca os proximos capitulo...
Essa forma de pagamento é que dificulta yha 🤦♀️...
Acabou o livro?...
Não me diga que esse livro acaba aquiiii...
Gente cadê as atualizações? Já faz dez dias sem nada!...
Realmente da vontade de parar de ler, são dias sem atualização. Além da história estar empacada....
Genteeee o que aconteceu com as atualizações? Estamos sem atualização há dias. Muito desrespeito com o leitor...