O sinal estava vermelho à frente. Carlos pisou no freio e parou diante da faixa de pedestres, inclinando-se ao ouvido de Carolina para dizer:
"Hoje à noite eu cuido de você."
O rosto de Carolina ficou ruborizado: "Sai daqui—"
Carlos sorriu, um sorriso aberto e charmoso.
Depois de acalmá-la, ele ainda apertou carinhosamente o rosto de Carolina.
Ao meio-dia, Carlos almoçou em casa com Carolina e as crianças; depois da refeição, saiu sob o pretexto de trabalho.
Ele precisava encontrar Raulino.
Raulino ligara dizendo que tinha informações sobre Querida, mas não sabia se era verdade ou não.
Porém, fosse verdade ou não, ele precisava ver Raulino.
Bruno já estava com sua equipe em Cidade de Mar e, em alguns dias, Dinara e os outros chegariam a Cidade de Pão.
Depois de organizar tudo, seria hora de lançar a isca!
Apesar de ter tranquilizado Carolina para não se preocupar, a pessoa misteriosa já sabia o segredo das crianças, então não podia deixar a situação sem controle!
Essa "grande presa" precisava ser capturada!
Não dava mais para esperar por notícias da oitava geração do vírus!
O tabuleiro já estava arranjado; agora, ele precisava se preparar antes de lançar a isca.
Portanto, mesmo que Raulino não o chamasse, ele iria procurá-lo do mesmo jeito.
Carlos foi sozinho de carro até o sopé da serra nos arredores da cidade.
Como da outra vez, estacionou o carro na beira da estrada e começou a subir a pé.
Era feriado de outubro, então havia bastante gente fazendo trilha.
Carlos colocou uma máscara e seguiu a multidão por um tempo, mas depois deixou os degraus de pedra bem cuidados e entrou numa trilha menor pela mata.
Mais adiante, viu uma placa de aviso.
A parte da serra à frente não era desenvolvida e a subida não era recomendada.
Carlos ignorou o aviso e continuou.
Mas depois, tudo mudara…
No topo da serra, onde não havia ninguém, Carlos logo viu a fogueira apagada no chão.
O fogo já tinha morrido, restando apenas cinzas avermelhadas.
Raulino, agachado ao lado da fogueira, mexia as cinzas com um galho e de lá tirou alguns pedaços escuros.
Pegou um deles, mas estava tão quente que teve de largar no chão.
Virando-se, falou animado para Carlos:
"Quer comer? Batata-doce assada, acabou de sair do fogo!"
Carlos olhou para os pedaços de batata-doce, franziu levemente a testa e ficou distraído por um instante.
Raulino perguntou: "Carlos, no que você está pensando?"
Carlos não respondeu. Raulino insistiu:
"Carlos, você está lembrando dos nossos velhos tempos juntos?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....
Que língua é essa?...
quando vão liberar mais capitulos...
coloca os proximos capitulo...
Essa forma de pagamento é que dificulta yha 🤦♀️...
Acabou o livro?...
Não me diga que esse livro acaba aquiiii...
Gente cadê as atualizações? Já faz dez dias sem nada!...
Realmente da vontade de parar de ler, são dias sem atualização. Além da história estar empacada....
Genteeee o que aconteceu com as atualizações? Estamos sem atualização há dias. Muito desrespeito com o leitor...