E desta vez, a febre chegou a 41 graus.
Com risco de vida.
Ela apertou os lábios.
— Em que hospital? Estou indo para aí agora.
Do outro lado da linha, o Sr. Nunes informou um endereço e o número do quarto.
Depois de desligar, Luna ergueu os olhos para Clara.
— Desculpe, Clara, seu primo está internado com febre alta. Preciso ir para lá agora mesmo.
— Ah? Febre alta? É grave?
Clara parecia preocupada.
Luna respondeu casualmente:
— Ainda não sei. Vou lá ver.
Clara assentiu.
— Certo, então vá rápido. Tome cuidado no caminho. Depois do trabalho, vou visitar meu primo.
Luna concordou, e sem subir para pegar a bolsa, avisou o motorista e partiu para o hospital central.
No caminho, Luna comprou três marmitas: duas juntas e uma separada.
Ao chegar ao hospital, ela foi direto para o quarto individual VIP que o Sr. Nunes havia indicado.
Era uma suíte. Ela bateu na porta e entrou. Sentado no sofá, olhando o celular, o Sr. Nunes se levantou e a cumprimentou com um aceno de cabeça.
— Senhora.
— Ele já acordou? Como está? O que o médico disse? — Luna colocou as coisas que trazia sobre a mesa, fazendo três perguntas seguidas.
— Ainda não. O médico disse que vamos observar depois que o soro terminar. A febre precisa baixar hoje.
— Certo, entendi. Obrigada pelo seu esforço, Sr. Nunes. — Luna apontou para uma das marmitas. — Imaginei que você ainda não tivesse almoçado, e já está na hora. Fiz questão de trazer uma para você.
O Sr. Nunes ficou surpreso.
— Muito obrigado, senhora. Então, vou me despedir.
— Certo, vá com cuidado.
O Sr. Nunes saiu com o almoço, e Luna foi ao quarto ver Mateus.
Seu rosto estava pálido, a testa franzida com força, e mesmo inconsciente, seu sono parecia agitado.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Segredo por Trás da Traição
Porque não abre os capítulos? Que chato,não quer liberar? normal, é só não disponibilizar, mas já que disponibilizou libera os capítulos....