Assim que ela tirou as roupas, ouviu a voz fria e severa de Anthony.
— Você não tem permissão para sair! —
Anne franziu a testa e fez o possível para se acalmar.
— Eu já disse que não quero fazer isso. — A moça foi sucinta.
— Eu não vou tocar em você! Apenas durma aqui! — A voz de Anthony era fria e inflexível.
Anne olhou para ele confusa. Quando Anthony se virou, viu as gotas de água no chão que se arrastavam atrás dela e sua expressão parecia ruim.
— Limpe o chão! — Berrou, tentando manter a postura.
— Eu não quero. Se você quiser limpar, faça você mesmo. — Anne segurou o pijama nos braços, passou por ele e foi ao banheiro. A moça até trancou a porta, deixando Anthony com uma expressão de mais incredulidade que o normal.
Quando Anne saiu do chuveiro, depois de tomar banho, as manchas de água no chão já haviam sumido. O magnata, afinal, acabou mesmo limpando tudo?
A moça encontrou Anthony de pijama e sentado no sofá da sala, encarando sua chegada com um olhar frio. Havia três banheiros no apartamento, então ele terminou de tomar banho antes de Anne. Isso significava, é claro, que também deveria haver mais de um quarto no apartamento. Porém, a jovem entendeu que era impossível que ela tivesse um quarto sozinha.
Quando Anne estava prestes a subir na cama e uma de seus pés ainda tocava no chão, ela sentiu a mão do homem agarrar sua perna por trás.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Magnata pai de trigêmeos
Cadê o resto! Não tem atualização?...