— Nada. Conte-me sobre o senhor Kennedy — disse Anne. — Quero saber mais. —
— Certo... — Ken começou a conversar com Anne sobre os vários hobbies de Lionel Kennedy.
Depois que Ken saiu, Anne pegou o telefone e ligou para Anthony. Não importava o que acontecesse, era melhor contatar o magnata. O telefone tocou algumas vezes antes de o homem atender, então a moça perguntou:
— Mestre, você está ocupado? —
— Mestre? Pensei que tivéssemos abandonado nossos joguinhos. Você deve ter algo para me pedir, é claro. — A voz de Anthony soou profunda.
Anne fez o possível para parecer o mais doce possível.
— Sim. Você pode deixar as crianças visitarem o avô no hospital? Acho que ele pode acordar quando ouvir as vozes dos netos. Não é algo tão difícil, certo? —
Anthony não respondeu, deixando Anne um tanto ansiosa. Ele permitiria isso, não é? Ou o crápula discordaria apenas porque Sarah estaria presente? Até que ponto o magnata guardava rancor pelos erros de Sarah?
— Seria à tarde? — O homem perguntou.
Isso significava concordância? Anne se endireitou, mas logo se lembrou de que tinha algo agendado para a tarde, então disse:
— Tenho um compromisso com um cliente à tarde. Que tal se for durante a noite? Estarei lá, posso buscar os três até... —
— Que cliente? —
— Um cliente da empresa... — Como Anne deveria explicar isso a ele?
— Entendi. —
Antes que a moça pudesse dizer mais alguma coisa, Anthony desligou a ligação. Apesar da hostilidade usual, a jovem ficou aliviada porque o homem concordou. Felizmente, ele também não disse que Sarah não poderia estar presente.
Anne chegou ao campo de golfe com antecedência, enquanto Lionel se atrasou e só chegou depois das 14h.

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Cadê o resto! Não tem atualização?...