'E daí que você descobriu a verdade? Estamos casados há mais de vinte anos! Há quanto tempo nossa filha chama você de pai? Você não podia ser tão impiedoso conosco só porque ela não é sua filha de sangue. Ainda sinto raiva de você por isso!', pensou Dorothy.
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Quando Anne chegou a Luton, já era de manhã cedo. Após o pouso, encontravam-se prestes a entrar no carro, até que a jovem disse a Anthony:
— Você deveria ir na frente. Minha mãe e eu iremos mais tarde. —
Ela tinha certeza de que Dorothy e Bianca estariam no hospital e, se ela aparecesse com Anthony, de certo haveria conflitos. Com o pai ainda na sala de operação, a moça gostaria muito de evitar se meter em uma cena.
Anthony apenas deixou um olhar antes de entrar no carro e partir. O guarda-costas ficou ao lado e esperou que Anne e Sarah entrassem em um outro carro, que ficou disponível para as duas. As mulheres entraram, então a mãe perguntou:
— Para onde vamos? —
— Vamos para casa. — Disse Anne.
Sarah notou a expressão estranha no rosto de sua filha, mas reprimiu a vontade de perguntar sobre aquilo. Assim que chegaram à mansão da mulher, o guarda-costas foi embora e a anfitriã deixou escapar a pergunta:
— Anthony deveria ir na frente para onde? Aconteceu alguma coisa? —
— Mãe, papai sofreu um acidente de carro. — Anne foi direta.
— O quê?! — Sarah berrou.
— O carro dele foi atingido por um caminhão grande e ele ainda está na sala de operação. Vamos em seu carro até o hospital para vê-lo, está bem? —
— É muito grave? — Sarah perguntou, bastante abalada.
— Não sei ainda... —

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Magnata pai de trigêmeos
Cadê o resto! Não tem atualização?...