Ele desapareceu, afinal, e Bianca certamente devia estar ansiosa. Assim que Anne saiu pela porta, contudo, o telefone em sua bolsa tocou. O telefone que ela mesma comprou não teria nenhum som, mesmo que houvesse uma ligação. Ela pegou o telefone da bolsa, enquanto descia até o saguão do prédio, e viu que era sua irmã quem ligava, então não atendeu e continuou seu caminho. Enquanto colocava o aparelho na bolsa, foi surpreendida.
— Anne? —
A moça ficou atordoada por um momento, então levantou o rosto e viu seu pai, Nigel, saindo da garagem e a encarando surpreso.
— Pai... —
— Você estava aqui? — Perguntou Nigel.
— Eu... vim conferir o andamento da reforma. — Disse Anne, enquanto evitava o olhar.
Nigel acreditou no que ela disse. Afinal, como ele poderia esperar que Anthony tivesse algo a ver com aquilo?
— Gostou da renovação? — O homem perguntou.
— Ah, sim... bastante... — Disse Anne.
Nigel percebeu a hesitação da filha e perguntou:
— Qual é o problema? Você não está se sentindo bem? —
— Tive febre nos últimos dois dias e estava dormindo no apartamento. —
— Você teve febre? — Nigel apressadamente estendeu a mão para tocar sua testa, mas sua temperatura não parecia anormal.
— Está tudo bem. A febre já passou — disse Anne enquanto puxava a mão de Nigel para baixo, antes de perguntar: — Pai, você veio me procurar? —

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Cadê o resto! Não tem atualização?...