Anne olhou para Nigel.
— Papai, você veio aqui com a mamãe? —
Sarah ficou com alterada quando ouviu isso.
— Se não fosse aquele diabo do Anthony, eu teria ficado com você desde o meio-dia! Meu Deus, por que o almoço que eu trouxe está na lata de lixo? —
Ela pegou a marmita da lixeira e ficou furiosa.
— Quem fez isso com a comida? Aquele psicopata! —
Todos sabiam que Anthony tinha feito aquilo.
— Não fique com raiva. Anne não pode comer isso em sua condição atual, de qualquer maneira. — Nigel tentou acalmá-la.
Sarah conteve seu temperamento e perguntou a Anne:
— Filha, diga honestamente a sua mãe, por que você está tão gravemente ferida? —
Anne olhou para os pais e disse:
— Eu caí. —
— Você caiu? —
— Bem ali. — Anne apontou para a mesa. — Foi um acidente. —
— O que as enfermeiras estavam fazendo? Elas recebem tanto, mas são incapazes de cuidar de um paciente como você? — Sarah estava com raiva, sentindo como se seus pagamentos para uma enfermeira extra tivessem ido pelo ralo. — Vou despedir aquela moça e contratar uma nova enfermeira. —
— Mãe, não foi culpa dela. Eu pedi para ela sair e comprar comida para mim, e depois quis ir ao banheiro, mas não prestei atenção ao meu redor. Foi minha culpa. — Mentiu Anne.
Sarah tocou seu rostinho.
— Olhe para você, tão magrinha, tão fraquinha. Sinto muito por isso, filha! Vou cozinhar tanta comida para você, quando se recuperar! —
— Obrigada, mãe... —
O celular de Nigel tocou, ele deu uma olhada e desligou.

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Cadê o resto! Não tem atualização?...