― Como assim? ― O rosto de Anne imediatamente empalideceu. ― Foi muito ruim? ―
― Não. Como eu disse, não foi nada grave e ela está bem. Foi levada diretamente para a enfermaria e agora está aqui, brincando no meu escritório. Liguei porque é política da escola informar quando isso acontece e pedir um milhão de desculpas pelo acontecimento. Você vem hoje? ― Lucas se desculpou sinceramente.
Anne tocou a própria testa e percebeu que estava gelada, por causa do choque. Mas, ela respirou fundo e respondeu:
― Não se preocupe com isso. Fico aliviada que está tudo bem! Irei assim que terminar de almoçar. ―
― Certo. ―
Lilian voltou para seu lugar rapidamente após escutar a conversa e fingiu que nada havia acontecido.
Anne voltou e Lilian perguntou:
― Você está pálida, aconteceu algo? ―
― Nada demais. Uma colega se machucou e me ligou para dizer que já estava bem. ―
Anne e Lilian terminaram de comer e a amiga se ofereceu para levar a jovem para a clínica, mas Anne recusou. Afinal, ela não iria voltar para o trabalho imediatamente, mas sim para a escolinha.
Sem saber que era seguida, Anne pegou um táxi até a escola. Estacionando assim que viu o táxi parar, Lilian ficou confusa ao ver Anne entrando em uma escola infantil.
‘Ela está aqui para ver o diretor?’
No entanto, o tom de Anne no telefone não parecia o de alguém marcando um encontro. Parecia que ela estava ali por outro motivo. Mas, o que deixaria Anne em pânico e a faria ir até uma escola?
Anne chegou ao escritório de Lucas e viu Chloe no sofá. Na frente dela havia uma mesa de chá. A criança segurava um unicórnio em suas mãos, brincando com ele, fazendo o animal voar e correr, de um lado para o outro.
― Mamãe! ― Os olhos de Chloe brilharam.
Anne cruzou a sala e olhou para as coxas carnudas de Chloe expostas. As bolhas da coxa esquerda tinham estourado e estavam cobertas de pomada.
Era como Lucas descreveu, do tamanho de um polegar.
― Com base nas regras, a escola precisa pagar uma indenização. ― Disse Lucas, atrás de sua mesa.

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Cadê o resto! Não tem atualização?...