Anthony segurou o rosto e perguntou, com a voz rouca:
― E o que você quer fazer? ―
― O quê? ― Anne ficou surpresa com a pergunta. Ela pensou que era ele quem queria fazer alguma coisa ― Eu... eu não quero fazer nada. ―
― Então por que você está aqui? ―
― Eu vim te trazer para casa. ― Isso soou ilógico, mas era a verdade.
Anthony era um homem perigoso e tinha segurança com treinamento militar e um para manter estranhos longe dele. E também tinha um assistente que conhecia todos seus contatos e necessidades. Por que ele precisaria dela para trazê-lo para casa? Entretanto, se o magnata não sabia como Anne tinha parado ali, significava que ele ainda estava muito bêbado?
Uma batida na porta quebrou o silêncio no ar.
― É o chá para ajudar a curar essa bebedeira. Vou pegar. ― Anne empurrou para longe o braço robusto que a sustentava e o homem colaborou, erguendo o braço e virando o corpo de lado. O peso sobre o corpo da jovem havia desaparecido e Anne deu um suspiro de alívio.
Ela se levantou apressadamente e foi abrir a porta. Hayden entregou a xícara de chá para Anne, esperando que ela mesma o desse a Anthony.
Pega de surpresa, a jovem ergueu as sobrancelhas, mas não pôde recusar, segurando o pires em uma mão e a xícara na outra.
Hayden fechou a porta.
Quando Anne se virou, Anthony estava sentado na beira da cama, desabotoando a camisa.
― Beba... ― A jovem sugeriu, com carinho na voz.
Anthony olhou para ela e disse:
― Eu nunca bebo chá para curar a ressaca. ―
Anne se perguntou por que ele não tinha dito isso quando ela pediu a Hayden que fizesse um chá. Dando de ombros, supôs que o demônio apenas gostasse de ver as pessoas desperdiçando tempo. Anthony não tinha compaixão, isso era certo.

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Cadê o resto! Não tem atualização?...