― Mas, me diga uma coisa, como eu poderia ignorar qualquer pedido dos trigêmeos se eu sou o pai deles?! ―
O rosto de Anne ficou vermelho e quente de vergonha:
― Mas... ―
― Estou brincando. ―
Ela pensou: ‘Eu sei que Lucas está apenas brincando, mas ele não tem medo de brincar com uma coisa séria assim? Não seria ruim para sua reputação? Pessoas menos próximas vão acabar achando que ele tem três filhos.’
― Além disso, ajuda como um álibi para minha questão. Quanto mais pessoas acharem que eu crio três filhos, mais eu fico livre de encontros e arranjos. ―
― Parece que você não gosta de ser popular com as mulheres. ―
― Depende de quem é a mulher em questão... ― Explicou Lucas.
Anne se divertiu relembrando o que havia acontecido e disse:
― Sou grata a você, por me ajudar a esconder a verdade sobre os trigêmeos e sinto muito pelos problemas que Anthony causou a você por minha causa... ― Anne lamentou ― Mas, é justamente esse tipo de coisa que me faz sentir melhor de esconder a verdade sobre os trigêmeos serem filhos de Anthony. ― Anne não pôde deixar de rir:
― Sim, você está certa. ― Lucas também acabou sorrindo.
Então, o riso morreu e a dupla ficou em silêncio, por alguns segundos, em uma atmosfera estranha, até que Anne rompeu o silêncio:
― Vou desligar, até mais e obrigada. ―
― Imagina, até logo! ―
Após a ligação, ela se debruçou na varanda para apreciar a paisagem noturna.
Como se tratava de um bairro modesto, a vista não era tão impressionante. O céu estava escuro como breu, exceto pela lua, que realizava um show à parte, digno de ser contemplado.
Anne sabia que tinha sido a família de Newman que tinha fundado a creche, então todas as decisões do conselho estavam sujeitas à aprovação de Lucas. Se não, tal serviço de transporte das crianças jamais teria sido oferecido.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Magnata pai de trigêmeos
Cadê o resto! Não tem atualização?...