A sensação ruim em suas entranhas simplesmente não ia embora. Era como uma certeza de que algo muito ruim tinha acontecido e, seu desespero era tão palpável, que o policial se sentiu compelido a ajudar e pediu para um colega conseguir as imagens que a jovem pedia.
A imagem, de fato, mostrava o carro de Sarah passando. Mas, ele não parava e dobrava uma esquina.
― Por que não consigo ver o carro depois disso? ― Ela perguntou.
― Não há câmeras lá... ― O oficial falou, um pouco preocupado.
Ela se sentiu impotente, pois, isso significava que ela não conseguiria ver o momento em que sua mãe saiu do carro ou para onde ela havia ido depois disso. Embora eles tivessem visto o carro de Sarah aparecendo em outro ponto da rua, havia vários becos ao longo do caminho com pouca ou nenhuma câmera, então não havia como ela investigar mais.
― Apenas espere. Talvez ela já esteja de volta... ― Disse o oficial.
As palavras do policial acenderam a esperança dentro dela e ela pensou consigo mesma: ‘Isso mesmo. Talvez ela tenha voltado!’
Ela se virou para sair e quase esbarrou em outra pessoa. Então, ela ergueu o rosto para pedir desculpas e percebeu que se tratava de Oliver, o assistente de Anthony.
Surpreso ao vê-la ali, Oliver deixou escapar:
― Senhorita Vallois? ―
Ela simplesmente lançou um olhar gelado, antes de sair, sem dizer uma palavra e, confuso com a atitude de Anne, o homem entrou e perguntou aos policiais o que havia acontecido.
Anne sabia que Anthony logo descobriria o que aconteceu já que ela tinha encontrado Oliver. Mas, a razão pela qual ela não queria interagir com o assistente era porque estava com raiva de Anthony. Se o demônio não tivesse aparecido, na noite anterior, ela poderia ter corrido para a escola, ao invés de ficar presa em seu apartamento até meia-noite.
A jovem foi da delegacia direto para o apartamento da mãe. Para seu completo desespero, não havia sinal do retorno de Cheyenne.

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Cadê o resto! Não tem atualização?...