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O Dia em que Ele Aprende a Te Perder romance Capítulo 144

Lucas soltou uma risada irônica e lançou um olhar para a porta.

— Está com tanta pressa para me mandar embora assim? Está achando que eu estou atrapalhando seus planos?

Estela entendeu que ele falava de Evandro. Também percebeu o tom provocativo.

Ela não tinha vontade de discutir. Respondeu no mesmo tom:

— Não. Só acho que você ficando aqui pode atrapalhar você e a Jéssica.

— Ah é? — Lucas riu pelo nariz. — Engraçado, antes você nunca foi tão compreensiva.

Estela sorriu.

— Antes eu estava errada. Fiquei no meio do caminho de vocês. Agora estou disposta a sair.

Lucas riu com desdém.

Bonita fala.

No fundo, ela só tinha se interessado por Evandro.

Ele não era cego. Via muito bem.

Ao pensar nisso, Lucas começou a se sentir irritado.

Ele soltou uma risada fria:

— Desiste disso. Evandro não é homem que vai olhar para você.

Estela ficou sem entender.

Ela nem entendia como a conversa tinha ido parar em Evandro.

Não foi ele quem concordou com o divórcio?

Então por que estava agindo assim?

— Se ele olha ou não, isso é entre mim e ele. Você não precisa se preocupar. — Respondeu com frieza.

Aquilo só o deixou mais irritado.

Então ela realmente esperava algo de Evandro?

— Estela, você lembra que nós somos casados? — Lucas falou com frieza. — Antes de sair por aí, pensa na sua posição como esposa.

Posição?

Na noite de núpcias, ele tinha ido se encontrar com outra mulher.

Cinco anos de casamento, ignorando a própria esposa e correndo atrás de Jéssica.

A garganta dela apertou. As palavras que iam sair ficaram presas.

Depois de alguns segundos, perguntou:

— Lucas, você lembra de um documento que assinou?

— Que documento? — Ele respondeu, confuso.

— Aquele que eu levei para você no escritório, há mais de quinze dias.

Lucas pensou.

Ele assinava muitos papéis e normalmente não lembrava.

Mas aquele era diferente. Envolvia cooperação com a família Silveira e tinha sido entregue por Estela.

Tinha uma vaga lembrança.

— Por que está perguntando isso? — Disse sem dar importância.

— Você lembra que documento era? — Insistiu ela.

— O contrato de cooperação com a família Silveira. — Respondeu ele, despreocupado. — O que mais poderia ser?

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