Afastando a mão de Cindy, Shandie ergueu o queixo. “Onde mais posso ir? Vou para casa, é claro.”
“Casa?” Cindy perguntou surpresa: “Por que seu pai de repente deixou você voltar?”
Shandie coçou suas orelhas em frustração. “Afinal, sou a filha biológica do meu pai. Claro, ele não vai me deixar ficar lá a vida toda.”
No entanto, Cindy ainda estava confusa.
“Seu pai não ligaria para você sem motivo. Você não deveria ir, pode ser uma armadilha!”
“Que bobagem você está falando?” Shandie retrucou com uma careta, “Só porque você é cruel e abandonou sua própria filha, isso não significa que todos são iguais a você. Afaste-se! Estou indo embora.”
Assim que ela falou, Shandie empurrou Cindy e caminhou para o carro que esperava.
“Shandie! Não vá!”
Cindy ainda queria pará-la, mas foi recebida com o som de Shandie batendo a porta do carro.
“Dirija!” Shandie ordenou ao motorista, deixando Cindy, que os perseguia desesperadamente, na poeira.
Olhando para a silhueta distante de Cindy, Shandie soltou um sorriso debochado.
Agora é a vez de Cindy esperar indefinidamente no mosteiro. Por ser uma mãe sem coração, ela deveria ter o gosto de como é o desespero.
Quando o carro sumiu de vista, Cindy freneticamente fez uma ligação.
No entanto, antes que ela pudesse pressionar o botão de chamada, seu telefone foi arrancado dela.
Ao levantar o olhar, sua expressão mudou drasticamente.
Era Louisa.
“Louisa, o que você está fazendo?” Cindy perguntou enquanto tentava manter a calma.
Louisa respondeu com uma expressão indiferente. “Eu estava me perguntando como você pode ter comida sendo entregue secretamente diariamente. Agora, eu finalmente descobri como. Estou pegando seu telefone!”
“Não! Luísa! Deixe-me fazer uma ligação, tenho algo urgente...”

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...