Ela passou um pacote de lenço de papel para Iris e o resto para Carter. E então, caminhou em direção à Vinson.
“Vinson.”
Na hora em que Arielle foi chegando perto, o garotinho correu alegremente na direção dela e estava prestes a abraçar sua coxa…
Antes que pudesse chegar próximo da perna de Arielle, ele sentiu sua gola apertando no pescoço. E em seguida seus pés balançavam no ar, como se alguém o tivesse levantado.
O menino se virou surpreso, mas viu que era Vinson que o carregava. Ele parecia estar tão sério.
“Seus pais não te ensinaram que homens e mulheres não devem ser tão íntimos um com o outro?”
Quando o menino cruzou os olhos com o olhar frio de Vinson, ficou apavorado.
Mesmo os adultos não suportavam aquele olhar frio, imagine uma criança como ele.
O garoto levantou a cabeça e começou a chorar.
A mãe dele correu atrás dele instintivamente. Porém, quando estava a um metro de distância, ela parou hesitantemente.
Ela… não tinha vergonha nenhuma em proteger o seu filho.
Seu filho era grato a seus salvadores, mas não a ela. Não era de admirar que todos os outros a repreenderam.
Ela não devia ter agido daquela maneira.
Quando Ariele viu a expressão triste da mãe, ela parou por um momento e disse: “Vinson, devolva a criança para a mãe dele. Você está assustando ele.”
Vinson franziu o nariz em uma expressão confusa. Nunca criei crianças, então como eu saberia que eles se assustam tão facilmente? Que confuso!
Levando o menino. Vinson o colocou na frente da mãe e sem nenhuma expressão disse, “Vou devolver esse chorão para você. Não deixa eu te ver falar algo estúpido de novo.”
A criança estava muito avoada. Depois desse susto, ele se jogou imediatamente nos braços de sua mãe.
A mulher rapidamente o abraçou de volta.
Foi apenas com o seu filho a abraçando que ela finalmente sentiu o alívio por seu filho ainda estar vivo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...