Incapaz de olhar mais para o cenário, Carter perdeu a força nas pernas. Seu rosto empalideceu quando ele caiu de joelhos ao lado de Arielle.
“Não é sua culpa... É minha. Os outros me impediram de propósito, eu deveria tê-los ignorado e vindo para cá. Desde o início, eu não deveria ter ido à costa trazer aquele cara de volta... A morte dele é minha culpa!” murmurou Carter.
Não ficou claro se ele estava falando com Arielle ou consigo mesmo.
Ele socou o chão repetidamente, fazendo com que os nós dos dedos começassem a sangrar.
Quando Arielle viu isso, imediatamente puxou a mão de Carter e insistiu: “Você está louco? Se você continuar socando, vai se machucar seriamente!”
“Me solta! Se for para acontecer, que assim seja! Eu o matei, então preciso compensar com minha própria vida!”
Ela se recusou a soltar sua mão.
Naquela hora, a mulher que antes estava fazendo confusão, correu e deu um tapa em Arielle.
Ela foi pega de surpresa, a bochecha doía devido às queimaduras.
E logo, o segundo tapa veio.
Arielle quis agarrar a mão da mulher inconscientemente, mas alguém foi mais rápido e a impediu. Um estalo alto soou e a mulher gritou de dor.
“Argh! Minha mão! Deslocou!”
Quando Arielle olhou para a pessoa, ela viu um rosto marcante coberto de cinzas negras.
Porém, não conseguiu deixar de encarar seus olhos sombrios e sua aura intimidadora.
“Vin... Vinson...” ela pronunciou seu nome sem acreditar.
Carter ficou tão feliz que começou a chorar. “Seu maldito idiota! Eu sabia que você não morreria tão facilmente!”
Enquanto Vinson olhava para os dois, um olhar divertido apareceu em seus olhos.
As lágrimas de Arielle brotaram novamente.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...