“Droga!” Vinson praguejou enquanto estava preso em uma situação difícil.
O ar estava preenchido pela fumaça das chamas no prédio e a temperatura tinha subido a um nível insuportável.
E então, o que eu faço agora? Deixo aquela criança?
Vinson olhou para os pequeninos chorando e decidiu descer as escadas.
Todos eles podem morrer se eu decidir salvar aquele garoto. Eu não tenho outra opção.
Assim que Vinson começou a descer as escadas, ele ouviu passos vindo de trás dele.
Ele se virou e viu Arielle correndo em sua direção. “As crianças estão bem?” ela perguntou preocupada.
“Encontrou o que procurava?” ele perguntou surpreso.
Arielle negou silenciosamente: “Eu estava preocupada de você não conseguir levar todo mundo sozinho quando ouvi a explosão. Então, decidi voltar.”
“Mas e as coisas que você queria?” Ele perguntou.
Arielle abriu a boca, mas não sabia o que dizer.
A vida humana era muito mais importante do que minha vingança. Se eu deixasse essas crianças para procurar por pistas, eu não seria diferente do assassino que matou minha mãe.
Vinson sabia o que estava em sua mente, a julgar por sua expressão. “Você é uma idiota!” Ele olhou para ela.
Arielle revirou os olhos para ele enquanto carregava uma criança chorando em sua mão. “Ninguém se machucou com a explosão, certo?”
Então, Vinson pensou no garoto que fugiu sozinho. “Não, mas uma das crianças saiu correndo.” Ele balançou sua cabeça.
“O quê?” Arielle ficou chocada.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...