“Cale essa boca!” Henrick interrompeu e deu a Cindy um olhar mortal. “É melhor você aprender o que pode ou não ser dito! Vou dormir no escritório essas poucas noites. E não saia quando te der vontade. Vou colocar pessoas para te seguir para que você não vá atrás daquela criança teimosa!”
Cindy ficou tão furiosa que cerrou os punhos com força.
Parece que eu vou ter que acelerar os meus planos de tomar o Grupo Southall. Já me cansei de você Henrick Southall!
Arielle sorriu ao ver como o rosto de Cindy se contorceu em uma tentativa de suprimir sua raiva.
Cindy com certeza pode tolerar e fingir suas emoções. Se Shandie tivesse metade do nível de tolerância de sua mãe, ela não teria sido expulsa tão facilmente por Henrick.
Era a vez de Arielle colocar sua atuação em jogo e ela gentilmente perguntou a Henrick. “Pai, quando eu devo ir?”
Henrick se recuperou da sua raiva e olhou para Arielle. “Vá agora. O Motorista já está esperando por você. Não vou me despedir de você, mas tenha cuidado. Se isso não funcionar, volte para casa. Não irei te culpar.”
Fazer sua filha dormir com outro cara era algo que Henrick nunca quis fazer. Se Vinson não caísse nessa e ainda contasse para todos o que Arielle fez, ele acabaria perdendo-a.
No entanto, com o estado horrível no qual se encontrava sua empresa, ele não teve escolha a não ser fazer um último esforço.
Arielle deu adeus à Henrick e caminhou para fora da casa, desaparecendo pela noite.
Ao vê-la partir, Henrick foi dominado por um sentimento inexplicável de ter perdido algo importante.
Ele logo se livrou desse sentimento com uma risada autodepreciativa. O que é isso? Estou ficando mais emotivo com essa idade?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O chefe do destino
Muito bom .....qdo vão disponibilizar os capítulos ?...