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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 225

Nota da Autora: O que é a Violet Wand?

A Violet Wand (ou Varinha Violeta) mencionada no capítulo é um dispositivo de eletroestimulação amplamente utilizado em práticas de BDSM e jogos sensoriais.

Como funciona: Ela utiliza uma bobina de Tesla para gerar uma corrente de alta frequência e baixa intensidade. Essa corrente é transmitida através de eletrodos de vidro (que contêm gases como argônio ou neon), produzindo aquele brilho roxo ou alaranjado característico e um som de estalo elétrico.

Sensação: Diferente de um choque de tomada, a sensação da Violet Wand na pele é descrita como um "beijo elétrico", que pode variar de um formigamento leve a uma picada intensa, dependendo da regulagem.

Curiosidade: Além do estímulo visual e tátil, ela libera um cheiro característico de ozônio no ar devido à ionização do oxigênio ao redor das faíscas, o que contribui para a atmosfera sensorial da cena.

POV/ ADRIAN

Ela revirou os olhos, as pupilas desaparecendo sob as pálpebras, entregue a uma possessão que a privava de oxigênio e de controle. Eu nunca me senti tão poderoso. Vê-la ali, pulsando sob o meu comando, era a minha celebração final.

— Agora a brincadeira vai começar de verdade.

Aproximei-me dela com a venda de seda preta em mãos. No momento em que cobri seus olhos e dei o nó atrás de sua nuca, o mundo dela desapareceu, restando apenas o som da minha respiração e a antecipação do medo. Inibir a visão era o meu golpe de mestre; sem saber de onde viria o próximo ataque, cada terminação nervosa do seu corpo se transformou em uma antena de ansiedade, disparando alertas ao menor movimento de ar ao seu redor.

Fui até o frigobar e peguei cubos de gelo. Coloquei-os na boca, sentindo o frio agudo anestesiar minha língua até que as arestas ficassem cortantes. Eu mal conseguia manter o foco. Meu pau latejava de um jeito doentio; embora eu já o tivesse libertado para que ela o servisse minutos antes, o contato da pele sensível contra o tecido pesado da minha calça aberta enviava choques de uma necessidade brutal para o meu cérebro. Se eu a possuísse agora, a arrebentaria em segundos, e eu precisava que ela fosse quebrada com lentidão.

Desci com a boca carregada de gelo pelo seu pescoço, contornando o desenho da orelha e depois passei pelo vão entre os seios, deixando a água gélida escorrer até atingir a virilha. A pele dela reagiu como se tivesse sido queimada, transformando-se instantaneamente em um mapa de arrepios profundos. Mordi o gelo e aproximei a boca de seus seios; soprei o ar frio e depois chupei a pele, alternando para o calor do meu hálito. Ela deu um sobressalto violento, o abdômen travando em um espasmo seco.

— Adrian... amor... — o sussurro dela era uma melodia de rendição, a voz embargada pelo choque térmico.

Peguei outro cubo de gelo e o deslizei com a mão entre suas pernas, na parte interna das coxas, só para vê-la se contorcer na maca como uma criatura capturada. Desferi dois t***s firmes e rítmicos em suas coxas e, em seguida, pressionei o gelo contra a pele quente. Vi o arrepiou subir em ondas até atingir o centro de sua intimidade, que pulsou visivelmente para o meu prazer visual.

Liguei a vibração do plugue anal na potência máxima. A maca inteira começou a zumbir, uma frequência tão alta que Clara a sentia reverberar direto em seus ossos. Peguei a Violet Wand; o estalo elétrico rasgou o silêncio como um chicote de luz, preenchendo o ar com o cheiro metálico de ozônio. Aproximei o bastão do ouvido dela, sem encostar, deixando que o som da eletricidade "mordendo" o ar servisse como o aviso psicológico do que estava por vir.

Fiquei ofegante, observando a obra-prima que tinha criado. Ela estava batizada pelo meu excesso. Levei algum tempo para me recuperar, então retirei sua venda. Clara ainda respirava fundo, entregue ao caos. Desprendi os cintos com cuidado cirúrgico e levei seu corpo mole para o banheiro.

Sob a água morna, minha mão deslizou entre suas pernas para remover o plugue anal com uma lentidão torturante. Inseri um dedo nela; sua vagina estava em chamas. As paredes internas contraíam-se em pulsações famintas, sugando meu dedo para dentro como um vácuo de luxúria que implorava pelo meu pau. A cada sucção do corpo dela, meu membro dava um solavanco de desejo.

— Você está satisfeita, amor? — perguntei, com o dedo ainda dentro dela.

— Não... — ela sorriu com os olhos fechados.

Se fosse qualquer outra mulher, eu não esperaria, tomaria com violência. Mas ela era a minha Clara.

Eu amava destruir e depois reconstruir....

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