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A chuva já havia começado a cair quando o comboio de carros pretos deixou o hospital central de Carrington Bay.
As ruas ficaram mais silenciosas à medida que seguiam em direção à residência principal da família Devereux.
Naomi estava sentada em silêncio no banco de trás ao lado de Lydia. Ela também havia passado por uma avaliação física, mas, como já havia insistido antes, estava bem.
Desde que saíram do hospital, a garota quase não tinha falado.
Enquanto isso, no banco da frente, Cale estava recostado confortavelmente apesar das bandagens envolvendo o braço esquerdo. Felizmente, a faca não havia atingido nada vital. Mas, como ele continuara usando aquele braço durante a luta, dando golpes repetidas vezes, o ferimento acabou se abrindo ainda mais.
Lydia olhou para Naomi e soltou um suspiro baixo.
— Você está segura com a gente agora. E Cale já foi atendido pelos médicos, então não precisa mais se preocupar.
Naomi se virou para ela e assentiu devagar.
— Sim... Eu entendo.
Depois disso, o silêncio se instalou entre elas novamente.
Vincent, que dirigia naquela noite, também não ousou falar muito. Ao lado dele, Cale mantinha os olhos fixos à frente, embora sua postura parecesse relaxada contra o banco.
Vincent sabia exatamente em que tipo de humor o homem estava naquela noite.
E ninguém ousava perturbá-lo.
Não muito tempo depois, os enormes portões de ferro se abriram lentamente sob a chuva forte. A segurança ao redor da propriedade havia sido reforçada ainda mais, e os guardas ficaram visivelmente mais alertas no instante em que o carro de Cale entrou pelos portões.
Assim que o veículo parou, Cale desceu primeiro.
Vários homens armados já estavam posicionados em diferentes pontos da propriedade.
— Selamos todos os acessos externos. — Informou Vincent enquanto caminhava ao lado dele. — Ninguém consegue entrar sem autorização.
— Certifique-se disso.
— Sim, senhor.
Naomi saiu do carro mais devagar, mas, antes que pudesse andar muito, Cale se virou para ela novamente.
— Descanse no seu quarto. Não vá a lugar nenhum sozinha.
Naomi abriu os lábios como se quisesse dizer alguma coisa sobre o ferimento dele... Ou agradecer por tê-la salvado.
Mas, aparentemente, o homem não estava interessado em ouvir.
Ele simplesmente se afastou em direção a outra sala ao lado de Vincent e de vários homens de sua confiança. Naomi só conseguiu encarar suas costas até ele desaparecer de vista.
— Vamos, precisamos descansar um pouco. — Disse Lydia suavemente, acariciando o ombro de Naomi com gentileza.
Tudo o que Naomi conseguiu fazer foi assentir.
Quase uma hora havia se passado desde que Naomi se trancara dentro do quarto.
Suas duas assistentes só conseguiam trocar olhares confusos à distância. A sopa quente preparada para ela, junto com os suplementos que deveria tomar, continuava completamente intocada. Na verdade, Naomi já havia pedido várias vezes para que a deixassem sozinha.
— Sentimos muito, senhorita Devereux, mas não podemos fazer isso. — Disse uma das assistentes, em tom de desculpas. — O mestre Kai deu ordens rigorosas para que não haja nem a menor brecha em sua segurança.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Arrependimento Dele - Ex-Marido Me Quer de Volta
Tô super indignada cm esse livro. Nossa cm pode o cara tratou ela cm um ND . Aí ela encontrou um homem pra dar TD o q o outro não fez. E aí a autora decidiu matar o homem q a ajudou a se sentir viva e colocar novamente o daven . Como pode o chese morrer pra q daven fosse feliz novamente . Nossa eu nka li um livro e sentir tanta repulsa. Pq o devendo mereceu felicidade enquanto q foi suporte e afeto teve q morrer. Nossa tô frustrada de verdd...