Althea fechou a porta do quarto de Josh com cuidado, certificando-se de que o cobertor estivesse bem ajeitado sobre seus ombros. Ela se inclinou para alisar os cabelos bagunçados dele, então seguiu para o quarto de Grace.
A pequena luz noturna brilhava suavemente. A respiração de Grace estava tranquila, o rosto sereno durante o sono.
Althea também verificou os livros escolares de Grace, só para garantir que nada tivesse ficado para trás enquanto a menina preparava sua rotina, então ajustou o ar condicionado para a temperatura certa.
— Durma bem. — Murmurou Althea, depositando um beijo leve na testa da filha.
Quando saiu e fechou a porta de Grace, vozes vindas da sala de estar chamaram sua atenção. Por algum motivo, uma delas soava dolorosamente familiar, e então ela ouviu...
Será que Daven voltou para casa esta noite?
Seus passos se apressaram.
As risadas suaves e a conversa tranquila ficaram mais claras até que...
— Daven?
Todos se viraram: Riana, Nathan e o homem que acabou de chegar naquela noite.
Daven.
Sua mala grande ainda estava perto do sofá, e o casaco de viagem que ele usava nem sequer havia sido tirado, prova de que ele acabou de atravessar a porta.
— Ele acabou de chegar, Althea. — Disse Riana com um sorriso caloroso e aliviado. — Graças a Deus seu voo correu bem.
— Correu. Obrigado por se preocupar comigo.
Riana franziu a testa em uma irritação fingida.
— Por que vocês dois insistem em me agradecer o tempo todo?
Daven sorriu de leve, então desviou o olhar para Althea.
Ele não podia negar o próprio coração. Sentiu uma saudade profunda da esposa. E tinha certeza de que aquela saudade não era apenas dele; também pertencia a Althea.
Ela provou isso ao envolver os braços ao redor dele sem hesitar, sussurrando boas vindas e agradecendo por ele ter atravessado a tempestade. Quando finalmente afrouxou o abraço, Daven encostou um beijo delicado na testa dela.
— Mas, de verdade... — Disse Daven com sinceridade. — Provavelmente vamos continuar agradecendo. Especialmente em momentos como este. A senhora realmente tem sido nossa âncora.
— Chega. — Disse Nathan, dando um tapinha leve no ombro de Daven. — Alguma boa notícia?
— Ah, por favor. — Protestou Riana para o marido. — Daven acabou de chegar e você já está perguntando sobre trabalho? Isso pode esperar até amanhã de manhã. Vocês estão livres para falar sobre isso, desde que não seja na frente dos meus netos nem à mesa do jantar. — Alertou.
Aquilo foi suficiente para fazer todos rirem.
— Está tudo bem, Sra. Miller. — Disse Daven com naturalidade. — Além disso, o Sr. Nathan deve saber que há algumas boas notícias, pelo menos um pouco. Chris ajudou bastante em Jiangshe. Algumas pontas soltas finalmente começaram a se conectar.
— Isso é um alívio. — Respondeu Nathan, genuíno.
Daven assentiu.
— Pelo menos, o projeto não vai desmoronar do jeito que eles esperavam. Mas...
Ele fez uma pausa.
— Há algo interno que precisa ser resolvido imediatamente.
— O que é? — Perguntou Nathan, a curiosidade afiando seu tom.
— Sr. Bret Frederick! — Disse Daven, sem rodeios. — Um dos comissários do Grupo Callister. Com base na vigilância de Arsen, ele é alguém que merece suspeita. Já pedi a Arsen que investigue mais fundo.
Nathan ficou em silêncio por um instante.
— Bret, hein? Acho que conheço esse homem. Tudo bem, vou investigar. Minha antiga rede de contatos ainda é bastante ampla.
— Obrigado, Sr. Nathan. — Disse Daven com sinceridade.
Naquela época, a rejeição parecia rotina.
Agora, aquela distância havia desaparecido.
— Você realmente vai comer, certo? — Perguntou Althea, lançando um olhar para ele.
Daven a fitou, os olhos suaves e firmes.
— Não vou recusar.
Ele apoiou o queixo nas mãos, as mangas da camisa arregaçadas até os cotovelos, o olhar seguindo cada movimento dela.
Para ele, tudo o que pesava do lado de fora daquelas paredes se dissolvia diante daquele momento. Sentia-se sortudo, grato por ainda receber aquela chance.
Pouco depois, um prato de espaguete à carbonara com carne moída extra foi colocado diante dele.
— É o seu favorito. — Disse Althea.
— E você ainda se lembra. — Respondeu Daven.
Ele comeu com vontade, sem pressa, saboreando cada garfada como se aquilo significasse mais do que apenas comida. Althea se sentou diante dele, observando, não com preocupação, mas com satisfação silenciosa por vê-lo comer tão bem.
— Há algo que quero te contar. — Disse Althea por fim, quebrando o silêncio confortável.
— O que é? — Daven lhe deu toda a atenção.
— Amanhã, vou ao túmulo de Chase. — Disse ela. — Com a mamãe.
Daven parou de mastigar.
— Amanhã?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Arrependimento Dele - Ex-Marido Me Quer de Volta
Tô super indignada cm esse livro. Nossa cm pode o cara tratou ela cm um ND . Aí ela encontrou um homem pra dar TD o q o outro não fez. E aí a autora decidiu matar o homem q a ajudou a se sentir viva e colocar novamente o daven . Como pode o chese morrer pra q daven fosse feliz novamente . Nossa eu nka li um livro e sentir tanta repulsa. Pq o devendo mereceu felicidade enquanto q foi suporte e afeto teve q morrer. Nossa tô frustrada de verdd...