Enquanto falava.
Ela enfiou a caixinha no bolso de Celeste: — Considere isso como uma lembrancinha antecipada.
Lembrancinha...
Lembrancinha de casamento?
E mais.
O anel de diamante.
Ela já tinha visto no celular de Adolfo.
Seria o anel de noivado que Gregório havia lhe dado?
Aquela viagem tinha sido mesmo apenas umas férias, ou eles tinham ido oficializar um compromisso pelo resto da vida?
Os olhos de Celeste não expressaram qualquer agitação.
Dulce não parecia se importar se ela recusaria ou não. Simplesmente enfiou o presente no bolso dela, virou-se e voltou a conversar com as outras.
Celeste tirou a pequena caixa do bolso, sem olhar uma segunda vez, caminhou até a lixeira e a jogou fora.
— É você!
Uma voz jovem e surpresa soou da porta.
Celeste olhou naquela direção.
Winter estava ali, e seus olhos brilharam ao vê-la. Ela correu animada em sua direção.
Dulce notou a presença de Winter, pegou mais um presente da sacola e abriu um sorriso: — Olá, eu sou a Dulce, isso aqui é para você...
Winter não percebeu Dulce. Ao correr até Celeste, esbarrou acidentalmente na mão da mulher, e o presente caiu direto no chão.
A pequena joia que estava dentro se espalhou pelo piso.
Só então Winter parou.
— Me desculpe. — E finalmente reparou em Dulce.
Dulce franziu a testa e olhou para a joia caída: — Quebrou. Era bem cara.
Winter ficou desconcertada por um momento: — Quanto custou? Eu posso pagar.
Dulce já havia notado que Winter conhecia Celeste, e que a tratava com bastante entusiasmo.
Qualquer pessoa que tivesse uma boa relação com Celeste automaticamente entrava para a lista de distanciamento de Dulce.
Celeste percebeu que Winter, ingênua para as maldades do mundo, se deixou intimidar facilmente. Ela se aproximou e olhou para Dulce: — Cara ou não, de quem foi o cartão que você usou para pagar? Me mostra o recibo e o número do cartão que eu te pago.
Um brilho frio passou pelos olhos de Dulce.
E viu a van executiva estacionada ali fora.
Dulce entrou no veículo.
Celeste conhecia muito bem aquele carro.
Dentro do carro.
Fagner Vargas notou a figura de Celeste.
Seu olhar foi inevitavelmente atraído por ela.
Dulce se sentou diretamente ao lado de Gregório, que olhava para um iPad.
E perguntou: — O que o Diretor Vargas veio fazer aqui?
Fagner finalmente desviou o olhar, com uma expressão um pouco séria.
Ele olhou para Gregório e disse: — Consegui descobrir informações sobre a mãe biológica da filha do Vinicius.
Foi então que Gregório prestou atenção.
Ainda com uma emoção mal digerida nos olhos, Fagner apertou os lábios e falou: — Eu investiguei as idas frequentes do Vinicius àquele hospital naquela época, e só uma grávida batia com os detalhes. O nome da mulher é...
— Freya.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nosso Casamento Tinha Prazo
Estou só chorando 😭😭😭😭😭...
Essa autora não tem um pingo de respeito pela Celeste, esmaga até o último resquícios de humanidade dela, só valoriza a amante. Misericórdia dá ódio de ler esses livros onde as amantes tem tudo e anda de cabeça erguida....
Top demais eu nunca li u livro tão bom assim, parabéns autora👏👏👏👏👏...
Meu pressentimento estava correto esse Vinícius não vale nada nem o que o cachorro enterra...
Porque demora tanto a atualizar?...
Por ser um romance,a autora não trás o romantismo,a história não tem um beijo,um abraço.pra mim é uma história sem ápice.Autora dê mais clímax a história....
Que tudo!!!! Esse capítulo autora😎👏👏👏👏👏...
Torcendo pela restauração da família Celeste Gregorio e Laura ❤️❤️❤️...
Não gosto do Vinícius esse cara não me passa confiança que Celeste passe longe dele...
Vai ser uma sacanagem se essa autora mudar a personalidade do Vinicius para ano final dar ela pra o Gregório que claramente é um homem que não apoiou ela nos momentos de maior necessidade como o nascimento da filha, inventa uma situação pra justificar as atitudes dele....