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Meu Príncipe, Meu Alfa romance Capítulo 35

Depois da longa e silenciosa viagem até sua casa, Lancelot parou o carro em frente a um pequeno prédio.

Ele desligou o carro e olhou para ela novamente.

"É aqui?", ele perguntou, só para ter certeza.

Roxanne acenou com a cabeça. Ele suspirou fundo e relaxou no banco do carro.

Ela não havia dito uma palavra desde que ele apareceu. Ela também não demonstrou nenhuma emoção: nem gratidão, nem raiva, nem aborrecimento. Ela apenas continuou a olhar para um ponto fixo.

"Obrigada, por me deixar em casa", ela finalmente falou. Lancelot apenas conseguiu assentir com a cabeça antes de observar ela sair do carro.

Mas, de jeito nenhum, ele não iria deixá-la sozinha com seu atual estado.

Então, ele abriu a porta do carro e saiu também.

Roxanne observou o homem sair do carro enquanto também. Ele caminhou lentamente em direção a ela. Seu corpo, alma e mente registravam o som de cada passo dado por ele. A presença dele ao seu redor parecia aguçar seus sentidos o tempo todo, pois ela sempre estava atenta a tudo, até o padrão de sua respiração.

Sua sobrancelha esquerda se ergueu em duvida.

"Eu preciso ter certeza de que você está bem".

"Eu tô", ela respondeu, mordendo o lábio inferior.

Os olhos de Lancelot analisaram os lábios dela. Seu pequeno gesto foi mais do que suficiente para deixar Ziko excitado.

Ele desviou os olhos dos lábios dela. Esse não era o momento nem lugar para pensar nessas coisas.

"Acho que não tá, vamos".

Roxanne franziu a testa. Ele estava fazendo isso de novo, dando ordens como se ela fosse sua criada. Antes que ela tivesse a chance de reclamar, Lancelot agarrou seu braço direito e se virou para a porta.

Ela não podia fazer nada além de seguir ele. Ela tinha que ficar quieta. Ela não podia começar a chorar.

Quando ela abriu a porta e acendeu as luzes, Lancelot entrou junto com ela. Era um espaço pequeno com quatro sofás, uma mesa de centro e uma televisão. À direita ficava a cozinha e à esquerda uma escadaria.

Toda a casa dela não tinha metade do tamanho do quarto dele, ele percebeu. Antes que ele olhasse para ela. Ela se acomodou em um dos sofás e continuou quieta.

Lancelot ficou perturbado ao ver ela de mau humor. Em silêncio, ele foi até a cozinha, abriu a geladeira e pegou uma garrafa de água para ela. Quando ele entregou a ela, ele viu que ela ficou surpresa.

Roxanne foi pega de surpresa. Primeiro, ele a expulsou de sua empresa. Depois, ele magicamente apareceu no restaurante e a resgatou de Jeremy, depois a levou para casa, insistiu em ficar com ela e serviu-lhe água.

O que estava acontecendo?

Ela não conseguia mais se conter. Sua curiosidade era maior do que a vergonha. Mas quando ela abriu a boca para perguntar, ela escutou alguém bater na porta.

O olhar de Roxanne se desviou para a porta.

Ele se virou para ir abrir a porta. Roxanne ia protestar, mas, mais uma vez, não conseguiu encontrar forças para fazer isso.

Lancelot foi até a porta e a abriu ligeiramente.

Seu olhar ficou rígido ao ver a figura masculina na frente dele.

O que ele estava fazendo aqui?

Roxanne se perguntou por que Lancelot estava parado em frente á porta. Talvez fosse um vizinho.

Com esse pensamento, ela se levantou e caminhou até a porta.

Quando os olhos de Jonah pousaram nos dela, o coração de Roxanne desmoronou.

Poderia ficar pior?

Jonah passou por Lancelot e correu em direção á Roxanne.

Pela expressão do seu rosto e pela firmeza dos seus passos, ela sabia que ele não estava bêbado. Esse não era outro erro de embriaguez, ele foi para a casa dela de propósito, mas pra quê?

"Jonah..."

"O que ele tá fazendo aqui?!", Jonah reclamou, apontando o dedo para Lancelot, que estava parado na porta. Seus olhos se moveram para ele, e de volta para Jonah.

Aquilo era demais para ela, simplesmente demais.

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