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Meu noivo Morreu e me deixou para o Inimigo romance Capítulo 375

Capítulo 375 – Mas primeiro…

Alexander

Eu ainda estava furioso por Evelyn ter convidado os Piccolo para ficarem em nossa casa, mas, na verdade, esse era o menor dos meus problemas. Como combinado, fizemos nossa reunião, alinhamos tudo e a viagem praticamente passou como um borrão, e quando menos esperamos, estávamos pousando em Houston.

Chegamos à mansão e Amélia e Lucas praticamente correram para nos encontrar.

— Que saudade dos meus meninos, dos meus netinhos. — Amélia nos disse, emocionada.

— Também estávamos com muitas saudades, Amélia. — minha mulher disse, a abraçando.

— E parece que temos gente nova? — ela perguntou.

— Amélia, você vai adorar as meninas, e o Jhony, e o Jeff. Ah, e temos dois convidados também: o Pedro e o Pietro.

— Pera aí, Evie, convidados são dois, então isso significa que…

— Isso mesmo, Amélia, o restante é tudo família.

— Meu Jesus! — Amélia exclamou, e Evie e eu rimos.

— Amélia, vamos contratar alguém para te ajudar se for preciso. — eu disse.

— Não se preocupe, meu garoto, eu dou conta! — me respondeu sorrindo.

— VOVÓOOO!! — Maria entrou gritando e Amélia foi até ela.

— Deixe a Rachel com a Amélia e Vivian, e você vem comigo até nosso quarto. Agora! — falei para Evelyn, que logo fez o que mandei.

Entramos no nosso quarto e ela seguiu direto para o banheiro. Eu fui atrás dela. Evelyn estava ligando a torneira para encher a banheira.

— O que está fazendo? — ela me olhou, arqueando uma das sobrancelhas, como quem diz "não parece óbvio?". — Que está preparando um banho, eu entendi, Evelyn, quero saber por que agora? Precisamos conversar. — falei irritado.

— Eu sei qual é o assunto, e vamos conversar. — Evie foi tirando a roupa lentamente e eu sabia que tudo aquilo era para me provocar. — Mas nossas melhores conversas sempre são no banheiro. — ela concluiu com um sorriso no rosto e entrou na banheira.

Acabei cedendo, como sempre, e entrei junto dela. Assim que me sentei, ela virou de frente e sentou em meu colo. Evie se ajeitou, minhas mãos deslizaram pela curva da cintura dela, firmes, possessivas.

— Você adora brincar com fogo, não é? — murmurei rente ao ouvido dela.

— Só gosto de provocar meu futuro marido. — respondeu com aquele sorriso malicioso que só ela sabia dar.

A água quente envolvia nossos corpos, mas era o calor dela que me incendiava. Segurei o rosto dela entre minhas mãos e a beijei com força, um beijo profundo, molhado, cheio de raiva e desejo acumulados.

Evie gemeu contra a minha boca, e quando tentou me conduzir, apertei sua cintura, mostrando que o controle era meu.

— Não, senhora Sterling. Aqui quem comanda sou eu.

Ela arregalou os olhos, mas a forma como mordeu o lábio mostrou que estava exatamente onde queria. Puxei seus braços e os prendi atrás do próprio corpo, com apenas uma das minhas mãos. A outra percorreu cada centímetro dela, lenta, torturante, até ela se contorcer sobre mim.

— Alex… — ela suspirou, arqueando o corpo.

— Quietinha. — rosnei, mordendo seu pescoço antes de sugar a pele até deixá-la marcada. — Me provocou, agora aguenta. Vai me dar o prazer do jeito que eu quero.

Evelyn rebolava no meu colo, o atrito nos deixando loucos. Quando senti que ela estava à beira de perder o controle, a ergui pelos quadris e a fiz me receber por inteiro. O gemido dela ecoou pelo banheiro, se misturando ao barulho da água.

— Caralho, Evie… — grunhi, movendo-a no ritmo que eu queria, segurando firme, cada investida sendo um lembrete de que ela era minha. Só minha.

Ela cravava as unhas nos meus ombros, tentando ganhar velocidade, mas eu a mantinha exatamente onde queria, saboreando cada reação, cada tremor do corpo dela. Até que não resisti mais e a empurrei contra mim, a boca colada à dela, enquanto explodíamos juntos em um orgasmo que fez meu corpo inteiro vibrar.

Ofegante, encostei minha testa na dela, ainda a segurando contra mim. Beijei sua boca uma última vez, mais calmo, mais doce.

— Eu te amo. — murmurei.

Ela sorriu, acariciando meu rosto, mas o olhar estava firme.

— Também te amo… — disse baixinho, antes de completar. — Mas agora podemos conversar. — eu ri do seu jeito.

— Ok, senhora Sterling. Agora vamos conversar.

— Eu te entendo. — Evie disse, passando a mão pelo meu rosto.

— Preciso ir falar com os caras, colocar alguém atrás deles. Nem sabemos se ainda estão aqui. — falei, já tentando me levantar.

— Relaxa, amor, eu tenho tudo sob controle.

Evelyn levantou com uma calma controlada, se enrolou na toalha e pegou uma para mim.

— Pode me dizer o que tem em mente, senhora Sterling?

Ela olhou por cima do ombro.

— Eu disse a eles que não saíssem daqui antes do almoço, a menos que fosse extremamente necessário. E que, se o fizessem, que pelo menos pegassem um dos nossos carros. — ela me deu uma piscadinha, e eu gargalhei.

— Você realmente não existe. — eu disse, saindo da banheira, a pegando e jogando por cima do meu ombro.

— ALEX!! — ela gritou. — Quando vai parar de me carregar como um saco de batatas? — perguntou, bufando, enquanto eu caminhava com ela até nossa cama.

— Nunca. — respondi, dando um tapa em sua bunda. Parei em frente à cama e a joguei nela, me colocando por cima dela.

— Você não disse que tinha que ir contar para os caras? — me perguntou, passando a mão por meu abdômen.

— Minha mulher incrível já fez o trabalho por mim. — falei, dando um beijo em seu pescoço.

— E o que pretende fazer agora? — ela disse, ofegante, enquanto eu descia meus lábios por seu corpo.

— Tenho várias ideias, amor, e prometo que em todas elas… — passei a mão por suas pernas, abrindo-as lentamente. — Termina com você gritando meu nome. — eu concluí.

— Alex… — ela disse meu nome em um gemido.

Eu tinha que ir atrás do Lorenzo, salvar o Giovanni e descobrir com quem os Piccolos iriam se encontrar. E eu faria cada uma dessas coisas, mas primeiro vou cumprir minha promessa… que é fazer minha mulher gritar meu nome.

— ALEX!!

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