Crystal pensou que Danny a havia reconhecido. Ficou surpresa e perguntou: "Então... o que tenho que fazer?"
Danny estava calmo. Achava ridículo conversar com garotinhas em boates. Disse: “Saia comigo”.
Crystal estava desesperada e morrendo de medo. Foi com Danny para fora da boate. O secretário foi buscar o carro. Danny ficou em silêncio por um tempo. Então se virou para Crystal e disse sem uma expressão no rosto: "Problemas em casa?"
Cristal hesitou. "Sim, alguns."
Danny continuou perguntando: "Alguém está doente?"
Cristal negou com a cabeça. "Não. Eu vou para a universidade em breve e preciso pagar a mensalidade. Por isso vim trabalhar aqui."
"Quanto custa?" Danny perguntou.
Crystal achou que ele era um pouco estranho, mas não ignorou a pergunta de seu irmão mais velho. Disse em voz baixa: "Setecentos dólares".
Danny franziu ainda mais a testa. "Você veio trabalhar em um lugar desses por apenas setecentos dólares?"
Crystal ficou triste quando ouviu aquilo. "Que tipo de lugar é esse?"
"Algum problema com a cafeteria? Mas..." Crystal olhou para trás. Nunca tinha ido a uma cafeteria antes, então não sabia se todas as cafeterias chiques eram decoradas da mesma maneira.
Vendo seu olhar, Danny assumiu uma expressão fria.
Achou que a garota tinha sido enganada para poder ir atá lá. Agora parecia que ela estava disposta a fazer aquilo.
Perdeu a paciência e não falou mais nada. Coincidentemente, o secretário também havia chegado com o carro. Ele entrou sem dizer nada e fechou a porta com um estrondo. Quando ele ia dar partida, Danny disse: "Espere".
Ele abaixou a janela e olhou para Crystal. "Venha."
Crystal se aproximou. "O que você quer?"
Danny preencheu um cheque e o deu a ela. "São mil e quinhentos dólares. Largue esse emprego."
Cristal ficou boquiaberta.

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