Crystal arrumou suas coisas e saiu. O carro de Paul havia chegado. Quando ela estava prestes a entrar no carro, de repente ela viu uma figura familiar. Ela estreitou os olhos e olhou com cuidado. A pessoa se virou e estava prestes a sair. Crystal disse: "Antony!"
Antony parou e jogou o cigarro entre os dedos na lata de lixo. Ele disse: "Você é rude."
Crystal correu e o avaliou. "Você está procurando por mim?"
"Por que eu deveria procurar por você?" Antony disse: "Este lugar é tão grande. Não posso simplesmente vir aqui para fazer compras?"
Crystal sentiu que ele estava sendo sarcástico. Ela franziu a testa e disse: "Você pode continuar a passear então. Vou para casa."
"Ah..." Antony puxou seu braço. "Tudo bem. Estou aqui para te ver."
Cristal olhou para ele. "Qual é o problema?"
"Não posso apenas procurar por você?" Antony disse mal-humorado. "Eu vou te pagar o jantar. Você quer ir?"
Harold acabara de voltar e tinha muitas coisas para resolver. Ele tinha que trabalhar horas extras esta noite, então Crystal ia comer sozinha. Ela não recusou e perguntou: "O que você quer comer?"
"Freud e os outros também se juntarão." Antony disse: "Eu vi a postagem de Freud. Você o conheceu?"
"Sim." Cristal assentiu. "Eu o conheci. Freud até me comprou sorvete. Ele parece estar aqui para um encontro às cegas."
Antony deu meio passo à frente dela. Com as mãos nos bolsos da calça, ele perguntou: "Como foi o encontro às cegas?"
"Não muito bem." Crystal pensou por um momento e disse: "A mulher deveria estar muito satisfeita com ele, mas ele não gosta dela."
"Já é bom ter uma garota que gosta dele. Ele é tão exigente", disse Antony. "Ele vai ficar solteiro pelo resto da vida."
Crystal disse a Paul que iria seguir o carro de Antony. Ao ouvir as palavras de Antony, ela disse: "Acho que Freud é uma pessoa muito boa".

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