A Sra. Watson se alvoroçou. "Não somos parentes nem amigas. Por que devo pagar por ela? Acha que tenho dinheiro sobrando?"
Crystal disse: "Também não tenho dinheiro sobrando."
Além do mais, era tão pobre que só tinha usado o cartão que Harold lhe deu para se exibir.
A Sra. Watson disse: "Elas são sua avó e sua mãe. Você não deveria gastar seu dinheiro com elas?"
Crystal não sabia o que dizer. "Acho que você também não mora no Oceano Pacífico."
"O quê?"
Crystal disse: "Só quem vive no Oceano Pacífico pode ser tão intrometida."
A Sra. Watson disse, com raiva: "Você está me xingando?"
Crystal disse: "Estou apenas confirmando de onde você vem."
A vendedora sabia que a Sra. Watson não tinha um gênio bom, então tentou acalmar os ânimos: "Não fique brava. Vocês duas deveriam fazer as pazes."
No entanto, a Sra. Watson ignorou a vendedora e olhou para Crystal, dizendo: "Minha irmã está certa, não está? Você não tem dinheiro e só as trouxe aqui para se exibir, não foi?"
Crystal era muito honesta. Quando ia admitir que não tinha dinheiro, um homem de meia-idade, usando terno e sapatos de couro, saiu de repente de uma das salas. Parecia nervoso. Quando a vendedora o viu, ficou atordoada. "Gerente? Por que está aqui?"
O gerente da loja olhou para Crystal e disse, entusiasmado: "Você deve ser a Srta. Evans, certo?"
Crystal ficou confusa. "Você me conhece?"
O gerente sorriu: "Não te conheço, mas acabei de receber um pedido."
Crystal continuava sem saber o que pensar.
O gerente disse: "Alguém já pagou a compra da Srta. Evans."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Meu Marido Renascido