A manhã seguinte chegou, e Celestina continuava sem receber qualquer resposta.
Diante do silêncio de Patrick, a Velha Sra. Lima notou que Celestina pegava sua bolsa, preparando-se para sair. Durante o café da manhã, a senhora hesitou por um momento antes de perguntar:
— Celestina, aonde você vai?
Todos os olhares se voltaram para ela. Celestina respondeu de forma direta:
— Vou para a empresa.
A Velha Sra. Lima murmurou, tentando disfarçar a decepção:
— Ah, entendo. É uma boa ideia.
Como a atual proprietária da Guuludino, era natural e correto que Celestina dedicasse sua atenção aos negócios.
Contudo, no fundo, todos preferiam que ela estivesse indo atrás de Patrick em vez de se preocupar com a empresa.
Afinal, por mais valiosa que a Guuludino fosse no momento, ela não era nada comparada à influência e ao poder de Patrick.
Mas também compreendiam que, se Celestina não havia corrido para procurá-lo imediatamente, ela devia ter seus próprios motivos. Pressioná-la demais não seria prudente.
Nesse momento, uma das funcionárias da casa aproximou-se enquanto ela tomava café e avisou:
— Senhorita, há mais de dez encomendas suas que chegaram há dias e ainda não foram abertas. Se demorar mais, pode perder o prazo de devolução...
Celestina respondeu com um tom apático:
— Eu sei. Abro mais tarde.
A funcionária assentiu e não disse mais nada.
Após terminar o café da manhã, Celestina começou a abrir as encomendas com uma expressão vazia.
Ela havia comprado muitas coisas, mas já não conseguia se lembrar da empolgação que sentira ao fazer os pedidos, tampouco do que exatamente havia comprado.
No entanto, após abrir duas ou três encomendas, deparouse com um envelope de documentos. Ao ver o remetente, ela paralisou, e um frio subiulhe ao peito.
Hesitou por um instante antes de abri-lo. Ao ler o conteúdo, ficou sem reação, completamente chocada.
Joana perguntou, notando a mudança brusca em sua expressão:
A equipe da Guuludino, assim como o resto da alta sociedade, já estava ciente de todo o escândalo envolvendo Celestina, Orlanda Rocha e Patrick Costa após aquela noite fatídica.
Para ser franco, o choque entre os funcionários foi imenso.
No passado, eles costumavam comentar diariamente, bem na frente de Orlanda, sobre como o relacionamento de Patrick e Celestina era perfeito e afetuoso...
Além disso, naquela época, Celestina não perdia a oportunidade de exibir sua profunda conexão com Patrick na presença de Orlanda.
Antes, eles realmente não pensavam muito sobre o assunto e eram completamente cegos para a tensão oculta que fervilhava entre os três.
Agora, ao vê-la retornar ao escritório, a maioria dos funcionários mantinha uma fachada de cortesia e respeito.
O Sr. Jesus, ao notar sua chegada, aproximou-se para atualizá-la sobre os assuntos corporativos. Em suas entrelinhas, deixava claro que a empresa estava cheia de problemas para resolver:
— Diretora Lima, todas essas questões são extremamente urgentes e precisam ser resolvidas o quanto antes, caso contrário...
Celestina sabia muito bem o que ele queria dizer.
Na verdade, não era falta de vontade de resolver. O problema era que as contas da empresa já estavam praticamente vazias, e ela não tinha como levantar uma quantia tão alta. E para piorar, agora...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
900 páginas sem nenhum romance, o que será que se passa na cabeça da escritora?...
Cadê minhas moedas? Eu nem usei tudo tinha bastante e sumiu? Que roubo é esse?...
O PIOR LIVRO!!!!!!...
Nada de novo,,,...
Quando Patrick ou Orlanda vão fazer a conversar sobre a separação e a amante… já enrolou demais isso… Já em me lembro se os dois se separaram no cartório kkkk...
O LIVRO É UMA BOSTAAAAAAA...
Apagaram meu comentário..affffffff...
Agora to interessada pra saber quem é esse Maurício Rossi.....
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...