A cerca de duzentos a trezentos metros da sede da Tinga, Orlanda Rocha desceu do carro antes do combinado.
Logo após ela desembarcar, o veículo de Patrick Costa também partiu do local.
Wilson os seguia sem que percebessem. Ele viu para qual lado eles foram e só ligou o carro e saiu muito tempo depois.
A parceria entre a Tinga e a Killo sempre fora excelente.
Ao retornar à empresa, Orlanda conduziu uma breve reunião e, em seguida, partiu para uma visita à Killo.
Naquela mesma tarde, boas notícias surgiram da Killo: a tecnologia de fusão multimodal deles havia alcançado um avanço histórico.
Assim que a notícia veio a público, a mídia correu para noticiar, causando grande alvoroço entre especialistas do setor, tanto no país quanto no exterior.
Como a Guuludino e a Killo atuavam no desenvolvimento de direção autônoma, Ólivia Pereira e os demais receberam a informação quase imediatamente, repassando-a a Celestina Lima sem demora.
Ao lerem a notícia, os semblantes de Celestina e dos outros membros da Família Lima e da Família Pereira escureceram.
Embora a Guuludino contasse com o capital e a estrutura inicial estabelecidos por Patrick Costa, tratava-se de uma pesquisa extremamente custosa. A concorrência era acirrada e o futuro, incerto. Durante mais de um ano, Celestina, a Família Lima e a Família Pereira haviam injetado rios de dinheiro no projeto, mas até agora não conseguiram nenhum avanço relevante no projeto.
Nos últimos meses, a ansiedade deles só aumentava, afinal, os concorrentes também vinham apresentando seus próprios avanços.
E agora, com a Killo alcançando um marco tecnológico tão grandioso, a competitividade deles tornava-se ainda mais remota.
Para piorar a aflição, o gerente-geral da Killo concedeu uma entrevista afirmando que o sucesso notável na fusão multimodal era mérito de Orlanda Rocha.
Em seguida, ele não poupou elogios à Orlanda diante da imprensa.
Ao ver aquilo, Celestina apertou os punhos de raiva, e todos da família Lima e da Pereira ficaram com expressões ainda mais carrancudas e aborrecidas.
Ólivia Pereira rangiu os dentes de tanta raiva e gritou: — Sempre ela! Por que ela tem que ser a protagonista de tudo? Será que ela é realmente tão genial?
Débora, com uma expressão azeda, retrucou:
— Claro que não. Todo o mérito é dos engenheiros da equipe da Tinga. Todo mundo já sabe que ela adora tomar todo o crédito para si mesma.
Ólivia bufou:
— Mas, prima, nós agora... já estamos sem dinheiro, não é?
Mesmo não se envolvendo muito com os assuntos da Guuludino e da Tecnologia LM, ela sabia que a família vinha fazendo malabarismos financeiros para manter o desenvolvimento e o funcionamento de ambas as empresas.
O problema era que os projetos de pesquisa consumiam uma fortuna. Apesar do grande potencial, era um setor que não trazia retornos rápidos, então...
Eles estavam, basicamente, à beira da falência.
Embora Patrick Costa estivesse sempre ajudando.
Ainda não era o bastante.
Ou melhor, estava longe de ser o bastante.
Os projetos que estão em andamento são dois buracos sem fundo que devoram todo o capital da família.
A situação atual, porém, era que, mesmo que quisessem parar, não podiam mais, pois já haviam investido praticamente todo o patrimônio que possuíam.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
900 páginas sem nenhum romance, o que será que se passa na cabeça da escritora?...
Cadê minhas moedas? Eu nem usei tudo tinha bastante e sumiu? Que roubo é esse?...
O PIOR LIVRO!!!!!!...
Nada de novo,,,...
Quando Patrick ou Orlanda vão fazer a conversar sobre a separação e a amante… já enrolou demais isso… Já em me lembro se os dois se separaram no cartório kkkk...
O LIVRO É UMA BOSTAAAAAAA...
Apagaram meu comentário..affffffff...
Agora to interessada pra saber quem é esse Maurício Rossi.....
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...
Os dois protagonistas tem o carisma de uma porta, só leio por causa do Kevin Cardoso...