Orlanda sabia exatamente a razão disso em seu coração.
Ela permaneceu sentada, em silêncio, por muito tempo.
No dia seguinte, ela levou Elisa pessoalmente à escola antes de ir trabalhar.
Naquela tarde, após o horário da escola, ela pegou o celular e ligou para Elisa.
Elisa ficou muito feliz ao receber a ligação: "Mamãe, o que foi?"
"Nada, só liguei para saber de você. Vai para a casa da bisavó mais tarde? Vou pedir para prepararem mais pratos que você gosta."
Elisa assentiu apressadamente: "Tá bom!"
Depois, Orlanda conversou mais um pouco com Elisa antes de desligar.
Embora Elisa não soubesse por que Orlanda ligou de repente, ela ficou muito feliz com o contato proativo da mãe.
Ela pensou que Orlanda só entraria em contato ocasionalmente.
Não esperava receber uma ligação de Orlanda no dia seguinte, após a escola.
Não apenas isso.
No terceiro e quarto dia, Orlanda ligava para dizer se o trabalho estava corrido.
Falava sobre quando chegaria em casa.
Perguntava se ela queria algo, que ela poderia levar ao sair do trabalho.
Diante disso, Elisa pulava de alegria no quarto de Orlanda.
Patrick ligava para a filha praticamente todos os dias.
Todos os dias, ela não conseguia deixar de contar a Patrick: "Papai, a mamãe me ligou de novo!"
Patrick sorria: "Sim, o papai sabe."
"Sua mãe ainda não chegou em casa?"
"Não, a mamãe disse que o trabalho está muito corrido, ela tem que fazer hora extra todo dia."
"O papai sabe."
"Ah..."
E que não poderia voltar ao país nos próximos dias.
No sábado, Orlanda voltou para a região de Tinga para trabalhar.
Naturalmente, não era só ela quem fazia hora extra, Marcel e outros também estavam lá.
Perto do meio-dia, Elisa ligou.
Marcel sabia que, ultimamente, Orlanda contatava Elisa com frequência.
Depois que Orlanda desligou, ele olhou para ela e perguntou: "Pretende se reconciliar com Elisa?"
Orlanda baixou os olhos: "Pode-se dizer que sim. Ela... ainda é pequena, tem muitas coisas que não entende. Ela é apenas influenciada pelo ambiente. Vou tentar fazer minha parte. Depois que ela crescer e entender as coisas, mesmo que prefira outras pessoas, eu não terei do que me arrepender."
Marcel assentiu.
Orlanda sempre compreendeu essa lógica.
A natureza da relação com Elisa era diferente da dela com Patrick.
Elisa foi criada por ela sozinha, e só ela sabe o quanto se sacrificou. Mas, no final, Elisa a tratou assim; por mais racional que fosse, ela sentiria dor, tristeza e, aos poucos, ficaria desiludida —

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Querida autora Victoria veloso, mulher que livro chato... conselho, já que não acontecer nada podre da celestina e da família dela não vao ser descoberto nada finaliza logo livro....
Muito chato, não descobre nada sobre os podre da celestina... o Pedro é um idiota, a Orlanda precisa encontrar um novo amor logo e todos saber que ela é a dona da empresa....
Como pode um livro com quase 800 capítulos não char a lugar nenhum???...
Mais uma vez Nada aconteceu .. Pessimo 🙄...
Mais uma vez....QUE PORCARIA AAAAAA DE LIVRO!!!...
Livro, de bosta... eu volto só para ver os comentários. Muito ruim...
Gente, ta difícil continuar. Não acontece nada nesta bost@ de história, a Orlanda não fica com ninguém, ja ta cheia de teia a danada, o Patrick não sabe o que quer da vida; não tem uma novidade no livro, é o pior livro que eu ja li até agora, se resumisse tudo teria dado uma página, só pra gente conhecer os personagens e o enredo, pq até agora não derenrolou nada....
Mais um vez..1 semana p pôr capítulos..e pior horríveis,sem desfecho.. é um desrespeito muito.. muito grande com os leitores..livro uma porcaria...Orlanda nem voz tem..só fica "hum" ou "entendi" a autora desse livro poderia fazer outra coisa..menos escrever!! É péssima!...
Continuo lendo porque não gosto de ficar sem final, mas já gastei demais, to bastante descontente e não recomendo....
Esse autor deveria parar esse livro tenebroso, sempre essa amante se dando bem, esse Patrick fala duas sílabas, ridículo olhando pra pessoa e já acordou , a para já deu...