Depois de pescar por meia hora, Elisa perdeu o interesse, fascinada pelos recifes de corais coloridos.
Ela ficou desapontada por um bom tempo ao saber que não podia coletá-los.
Um dos parques de diversões da ilha tinha uma decoração com uma forte estética punk, que Elisa adorou.
Após o mergulho e o jantar, Orlanda e Patrick acompanharam Elisa ao parque.
Depois de alguns brinquedos, talvez por ver Orlanda acompanhando-a o tempo todo, Elisa segurou sua mão e disse: "Mamãe, quer andar na roda-gigante? Vamos?"
Orlanda de fato queria ir, pois de lá de cima poderia ter uma visão panorâmica de toda a ilha.
Ao ouvir Elisa, Orlanda assentiu.
Elisa então perguntou: "Papai, você vem?"
Patrick olhou para Orlanda, depois para a roda-gigante. "Vamos."
As luzes e a decoração do local eram todas em estilo punk.
À medida que a roda-gigante subia, a paisagem ao redor se revelava.
Elisa, com os olhos arregalados de surpresa e excitação, andava de um lado para o outro na cabine, olhando constantemente para fora.
Em comparação, Patrick e Orlanda estavam muito mais quietos.
Eles também observaram a vista noturna da ilha, mas desviaram o olhar após alguns instantes.
Orlanda achou que, embora a maioria das luzes da ilha estivesse acesa, criando uma bela cena, a falta de pessoas fazia o enorme parque parecer uma cidade fantasma, excessivamente solitária.
Depois da excitação inicial, Elisa pareceu notar o mesmo, e seu sorriso diminuiu um pouco.
"Seria melhor se tivesse mais gente, mais animado. Com tão poucas pessoas, parece sem graça."
Patrick sorriu e pegou Elisa, que se aninhou em seu peito. "Em breve, muitos turistas virão para cá. Ficará cheio de gente. Quando isso acontecer, nós voltaremos."
Ela desviou o rosto e respondeu com sinceridade: "É muito bom. Será um excelente destino de férias."
Ao ouvir isso, Patrick disse: "Se gostar, quando abrir, traga seus amigos para cá."
Orlanda ficou em silêncio.
Naquele momento, a roda-gigante parou.
Orlanda voltou a si. Com Elisa em seu colo, ela não conseguia se levantar.
Patrick se aproximou e pegou Elisa de seus braços.
Os olhos de Elisa já mostravam sonolência, mas ela ainda se lembrava de sua tão esperada noite na vila submarina.
Bocejando, ela se recusava a dormir, insistindo em aguentar até chegar lá.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Querida autora Victoria veloso, mulher que livro chato... conselho, já que não acontecer nada podre da celestina e da família dela não vao ser descoberto nada finaliza logo livro....
Muito chato, não descobre nada sobre os podre da celestina... o Pedro é um idiota, a Orlanda precisa encontrar um novo amor logo e todos saber que ela é a dona da empresa....
Como pode um livro com quase 800 capítulos não char a lugar nenhum???...
Mais uma vez Nada aconteceu .. Pessimo 🙄...
Mais uma vez....QUE PORCARIA AAAAAA DE LIVRO!!!...
Livro, de bosta... eu volto só para ver os comentários. Muito ruim...
Gente, ta difícil continuar. Não acontece nada nesta bost@ de história, a Orlanda não fica com ninguém, ja ta cheia de teia a danada, o Patrick não sabe o que quer da vida; não tem uma novidade no livro, é o pior livro que eu ja li até agora, se resumisse tudo teria dado uma página, só pra gente conhecer os personagens e o enredo, pq até agora não derenrolou nada....
Mais um vez..1 semana p pôr capítulos..e pior horríveis,sem desfecho.. é um desrespeito muito.. muito grande com os leitores..livro uma porcaria...Orlanda nem voz tem..só fica "hum" ou "entendi" a autora desse livro poderia fazer outra coisa..menos escrever!! É péssima!...
Continuo lendo porque não gosto de ficar sem final, mas já gastei demais, to bastante descontente e não recomendo....
Esse autor deveria parar esse livro tenebroso, sempre essa amante se dando bem, esse Patrick fala duas sílabas, ridículo olhando pra pessoa e já acordou , a para já deu...