Nos dois ou três dias seguintes, Orlanda continuou tão ocupada quanto de costume.
Durante esses dias, por sair cedo e voltar tarde todos os dias, mesmo com Elisa morando na casa da Família Rocha, o tempo que mãe e filha passavam juntas não era muito.
Patrick, apesar de também estar atarefado com o trabalho, pelo que soubera, praticamente ligava para Elisa todos os dias.
No entanto, sempre que pai e filha conversavam ao telefone, Orlanda não estava presente, e ela não sabia ao certo sobre o que falavam.
O aniversário de Elisa caiu numa sexta-feira.
Talvez por Patrick sempre lhe ter dado carinho e atenção suficientes, ao saber que ele provavelmente não conseguiria voltar para comemorar seu aniversário, Elisa não se mostrou especialmente abatida. Em vez disso, abraçou o braço de Orlanda e disse: "Tudo bem, tendo a mamãe comigo no meu aniversário já está ótimo."
Ao saber que Orlanda estaria muito ocupada no trabalho e que, no seu aniversário, talvez só tivesse tempo de preparar um macarrão da sorte e lhe dar um presente, Elisa pareceu um pouco desapontada.
Já fazia muito tempo que ela não comia um bolo feito por Orlanda.
Ela já estava sentindo falta.
Achava que, pelo menos, Orlanda faria um bolo para ela.
Contudo, nesses dias na casa da Família Rocha, Elisa presenciou toda a correria de Orlanda. Por isso, mesmo desapontada, não fez birra nem exigiu nada, apenas disse: "Tudo bem, eu entendo..."
Orlanda realmente estava muito ocupada ultimamente.
Seja com Tinga, com a Família Costa, ou com Killo, havia uma pilha de assuntos esperando por ela para resolver nesses dias.
Ela fazia hora extra até tarde da noite, sem conseguir dar conta de tudo.
Afinal, era o aniversário de Elisa.
Ela era sua filha; independentemente de tudo, Orlanda sentia que deveria assumir certa responsabilidade por ela.
Ainda não estava oficialmente divorciada de Patrick, mas já vinha se afastando e se sentia um tanto irresponsável por isso.
Agora...
Pensando nisso, Orlanda disse: "Se amanhã a mamãe sair cedo do trabalho, faço um bolo para você."
Elisa ficou feliz: "Tá bom! Obrigada, mamãe!"
No entanto, na quinta-feira, Orlanda ficou tão ocupada que nem viu o tempo passar. Quando terminou tudo e se deu conta, já eram três ou quatro horas da manhã.
Ao chegar em casa e terminar de se arrumar, já era quase cinco da manhã.
Mas, pouco depois das nove, ela ainda precisaria ir até Killo para uma reunião, então não havia tempo algum para fazer o bolo.
Só teve tempo de preparar um macarrão da sorte para Elisa, entregar-lhe o presente e sair apressada para a reunião em Killo.
Quando finalmente terminou tudo naquele dia, já passava das nove da noite.
Orlanda olhou para o relógio, lembrando de como, naquela manhã, havia deixado apenas o presente para Elisa, sem tempo para conversar ou se despedir direito, e seu semblante ficou um pouco sombrio.
Marcel, ao notar sua expressão, perguntou: "O que houve?"
"Hoje... na verdade, é o aniversário da Elisa."
Marcel entendia bem o sentimento contraditório de Orlanda em relação à filha.
Antes, quando Elisa ficava chateada, Orlanda sempre tinha um jeito de animá-la.
Agora, porém, parada ali, ela de repente não sabia o que dizer ou fazer para consolar a filha.
Foi só nesse momento que Orlanda percebeu que, embora a convivência entre mãe e filha parecesse igual à de antes, na verdade, havia uma distância entre elas.
Enquanto pensava nisso, o celular de Elisa tocou de repente.
Elisa olhou para o visor e, ao ver que era "Papai" quem ligava, não pareceu muito feliz, mas atendeu rapidamente, ainda que com um tom algo frio: "Alô."
Do outro lado, Patrick sorriu: "Elisa, feliz aniversário."
Elisa continuou folheando o livro, sem expressão: "Hum."
Patrick pareceu perceber que ela estava chateada, mas não se surpreendeu: "Está brava?"
Elisa franziu os lábios, sem responder.
"Desculpe, antes o papai estava no avião, não podia ligar, então..."
Elisa permaneceu em silêncio.
Então Patrick deu uma risadinha e disse: "O papai está aqui fora do condomínio da sua avó agora, Elisa, você—"
Ao ouvir isso, Elisa pulou da cama: "Papai, você voltou? Não está me enganando?!"
Do outro lado, Patrick ainda sorria: "Sim, vim especialmente para passar seu aniversário com você. Agora ainda são dez e pouca, consegui chegar a tempo."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Querida autora Victoria veloso, mulher que livro chato... conselho, já que não acontecer nada podre da celestina e da família dela não vao ser descoberto nada finaliza logo livro....
Muito chato, não descobre nada sobre os podre da celestina... o Pedro é um idiota, a Orlanda precisa encontrar um novo amor logo e todos saber que ela é a dona da empresa....
Como pode um livro com quase 800 capítulos não char a lugar nenhum???...
Mais uma vez Nada aconteceu .. Pessimo 🙄...
Mais uma vez....QUE PORCARIA AAAAAA DE LIVRO!!!...
Livro, de bosta... eu volto só para ver os comentários. Muito ruim...
Gente, ta difícil continuar. Não acontece nada nesta bost@ de história, a Orlanda não fica com ninguém, ja ta cheia de teia a danada, o Patrick não sabe o que quer da vida; não tem uma novidade no livro, é o pior livro que eu ja li até agora, se resumisse tudo teria dado uma página, só pra gente conhecer os personagens e o enredo, pq até agora não derenrolou nada....
Mais um vez..1 semana p pôr capítulos..e pior horríveis,sem desfecho.. é um desrespeito muito.. muito grande com os leitores..livro uma porcaria...Orlanda nem voz tem..só fica "hum" ou "entendi" a autora desse livro poderia fazer outra coisa..menos escrever!! É péssima!...
Continuo lendo porque não gosto de ficar sem final, mas já gastei demais, to bastante descontente e não recomendo....
Esse autor deveria parar esse livro tenebroso, sempre essa amante se dando bem, esse Patrick fala duas sílabas, ridículo olhando pra pessoa e já acordou , a para já deu...