Paula relaxou a expressão no rosto e disse: "Quando a Kátia estiver melhor, Marina, você deve voltar para casa. Você está morando fora e sua avó fica preocupada."
No passado, Marina gostava muito dos avós. Durante a época da escola, sua avó ligava toda semana, e mesmo sabendo que ela tinha uma leve preferência por Kátia Alfaro, Marina entendia que isso se devia à saúde frágil de Kátia, o que fazia todos a tratarem com mais carinho.
Foi só mais tarde que ela começou a perceber que a preocupação de sua avó com ela sempre soava um pouco falsa, enquanto o amor por Kátia era realmente genuíno.
Quando Marina mencionou sua intenção de sair de casa, Glória sorriu e comentou: "Você saindo, sua tia também vai sentir saudades. Venha nos visitar sempre!"
Marina sorriu levemente: "Este é o meu lar, claro que vou sempre voltar."
Glória sorriu de volta: "Isso mesmo!"
*
Ao sair da casa dos avós, Marina voltou para seu quarto para arrumar suas coisas.
Paula não parava de falar sobre como ela não deveria tomar decisões tão impulsivas, enquanto a aconselhava a se cuidar morando fora.
Marina achava seus pais um tanto tristes, pois, embora amassem a filha, não conseguiam protegê-la, então só podiam reclamar.
De repente, Marina se lembrou de algo e pediu à mãe que a ajudasse a arrumar as roupas, enquanto ela descia até o quintal.
A família Alfaro cuidava de dois cães grandes, um Doberman e um Labrador.
Os dois cães estavam em seus respectivos canis e, ao verem Marina, levantaram-se imediatamente.
Marina abriu o portão do cercado, e o Labrador correu até ela.
Ela se agachou ligeiramente, puxou a orelha do cão com um sorriso irônico e disse: "E agora, por que não está latindo? Como é que à noite você não para de latir? Você não reconhece meus passos ou o som do meu carro?"
Esse Labrador foi levado por ela para casa e, nos primeiros três meses, foi ela quem cuidou dele pessoalmente. Eles eram muito próximos, e o cão roçou a cabeça na palma da sua mão, mostrando-se dócil e amigável.
No caminho, Marina ligou para Bosque: "Você está disponível agora?"
Bosque perguntou: "Aconteceu algo?"
Marina respondeu: "Tem uma coisa que gostaria que você visse."
Bosque hesitou por um momento antes de responder: "É urgente? Estou em Cidade de Mar agora."
Marina disse rapidamente: "Não é urgente, podemos esperar até você voltar."
Bosque sorriu gentilmente: "Meu voo é à tarde. Quando eu chegar em Cidade Costeira, provavelmente já será noite. Eu te procuro."
"Certo!" Marina desligou o telefone.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Amei a narrativa envolvente do livro e dos diversos romances envolvidos... Parabéns a mente que produziu está belíssima obra❤ A história é longa, porém vivencia-lá não foi cansativo🎉 A espera de mais livros deste autor🎉...
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...