De volta à Vila Bells, Isabela tomou a iniciativa de se aproximar e ajudá-lo a tirar o paletó.
— Como assim? — perguntou ela, com a voz trêmula de curiosidade. — A Laisa concordou em ser testemunha?
Maison não a deixou ter trabalho; jogou o casaco no sofá e respondeu:
— Ainda não.
— Ainda não? Então há uma chance?
Isabela correu, tirou o pó do casaco e o pendurou corretamente, reclamando:
— Você bagunçou esta casa deixando as coisas espalhadas por aí.
Maison já estava insatisfeito com a rotina dela há tempo.
— Uma mansão tão grande e você só contratou a tia Lili? Quer se matar de trabalhar?
— Já me acostumei — Isabela deu um tapinha no peito. — Passamos tantos anos juntos e, depois de tanto tempo sem criados, não me sinto mais à vontade com muita gente em casa.
Maison não ousou retrucar e entrou para tomar banho. Ele exalava um forte cheiro de perfume — o rastro de Laisa do encontro anterior.
— Eu te levarei ao trabalho hoje — anunciou ele ao sair.
— Hã? — Isabela esticou o pescoço. — Eu posso ir sozinha.
— Espere.
Ela deu de ombros. Se o "chefão" queria ser motorista, quem era ela para recusar? Uma hora depois, o carro parou em frente ao Edifício Global. Antes de descer, Isabela inclinou-se e beijou a bochecha de Maison.
— Vamos buscar nosso filho juntos esta tarde?
Ele hesitou por um momento.
— A situação está incerta esta tarde, conversamos mais tarde.
— Ah, a marca de roupa infantil MI Kids quer mandar o dono embora? — brincou ela.
Maison a puxou de volta, pressionou os lábios contra os dela em uma série de beijos demorados e finalmente a soltou.
— Eu te ligo.
Isabela saiu do carro ainda tonta. Sentiu que Maison estava excepcionalmente entusiasmado hoje. Pensou bem: não era aniversário de ninguém, nem data especial. Apenas um dia comum de outono. Talvez, como o dia em que ele se tornaria oficialmente seu marido (após o período como "amantes") estava chegando — faltava apenas um mês —, ele estivesse tentando causar uma boa impressão.
Enquanto isso, Rodolfo passou a noite toda jogando videogame e foi acordado pelo melhor amigo. Ele esperou três horas, de roupão, antes de tomar um remédio para dor de cabeça e caminhar até a sala.
— Velho Maison, se não gosta de mim, diga. Não precisa tentar me matar de privação de sono. — Ele desabou no sofá.
— Você acha que é possível que a Isabela me perdoe uma segunda vez? — perguntou Maison. Foi o primeiro assunto sério que ele abordou desde a reconciliação.
Rodolfodeu um pulo do sofá.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Herdeiro Oculto: O Arrependimento do Bilionário
Poderia desbloquear esse capítulo...
Difícil, muda os nomes entra cenas sem pé nem cabeça, primeira vez que vejo erros tão grosseiros. E pagar moedas pra isso, é terrível. Fica mais caro que um livro comum, ainda nesses que todos os capítulos são bloqueados. Uma pena, o Site, tá ficando muito ruim,não ta mais barato que os outros ss o serviço é ruim, fica até pior....
Espero que amanhã o capítulo 122 esteja desbloqueado...
Por favor libera os capítulos, 106 bloqueado sacanagem...
Difícil ler esse livro, estou no 106, e está bloqueado, nem dá prazer em compartilhar para outra pessoa,pq não deixa o livro desbloqueado? Garanto que vcs vão lucrar mais , pois as pessoas ficam desesperada para ler...