Ivana parou e se virou apenas para ver Cecília sentada em sua própria cama, olhando para Ivana e Heitor com curiosidade.
“Mamãe, está tão tarde, aonde você e o tio vão?”
Antes que Ivana pudesse responder, ela fez outra pergunta.
“Você não vai dormir?”
Ivana deu passos para trás, voltando ao quarto, com uma voz suave.
“Vou sim.”
“Mas a mamãe precisa levar o tio de volta primeiro.”
Cecília se levantou e abriu os braços querendo que Ivana a abraçasse, e Ivana estendeu os braços para pegá-la no colo.
“Mas o tio não sabe dirigir?”
Cecília, com o rosto cheio de curiosidade, aconchegou-se no colo de Ivana, olhando para Heitor, com os olhos brilhando.
Heitor levou a mão à testa, pressionando a área acima das sobrancelhas pulsantes.
Ivana, vendo o rosto curioso de Cecília, falou suavemente.
“O tio machucou a mão, Ceci esqueceu?”
“A mamãe vai levar o tio e volta logo.”
Cecília fez uma carinha triste e olhou para cima, para Ivana.
“Posso tomar leite?”
Ela estava negociando com Ivana.
Ela tinha comido bastante hoje, consumindo sobremesas antes do jantar e muita comida durante.
Ivana hesitou, preocupada que ela pudesse se sentir mal por comer demais.
Heitor, no entanto, já havia se adiantado e concordado por Ivana.
“O papai vai preparar seu leite agora.”
“Depois de tomar o leite, você vai dormir direitinho, tá?”
Cecília acenou com a cabeça obedientemente, com uma expressão sincera de quem cumpriria a promessa.
Ela concordou e começou a caminhar em direção à porta.
Heitor seguiu Ivana, com uma expressão um tanto cautelosa, como se temesse que Cecília os chamasse de volta repentinamente.
Descendo as escadas até a sala de estar, Heitor ainda não havia relaxado quando a voz de Soraia soou do alto da escada.
"Sr. Mendes."
Heitor imediatamente parou e olhou para cima, com uma expressão de resignação.
“Você esqueceu seu celular.”
Heitor então se lembrou de ter deixado seu celular casualmente em cima de um armário enquanto estava no quarto.
Ele esticou a mão para pegar o celular que Soraia lhe entregava, perguntando.
“E agora, não tem mais nada, né?”
Soraia, não entendendo bem o que Heitor quis dizer, ficou meio atônita e acenou com a cabeça, “Acho que não tem mais nada.”
Ivana, com um sorriso no rosto, já estava no hall de entrada trocando de sapatos.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Felizmente, você pode me acompanhar ao lugar próspero da vida